terça-feira, 16 de dezembro de 2014

14 dicas para emagrecer.

Vejamos algumas orientações práticas que podem ser tomadas, fazendo parte de algum tipo de programa educativo a ser desenvolvido em empresas, por meio de livretos, palestras, ou fazendo parte de um programa geral.

Dicas gerais

1) deve-se fazer várias pequenas refeições por dia, de modo a não chegar nunca a ter aquela fome de lutador de sumô, capaz de impedir qualquer julgamento sobre o que se está ingerindo;  
2) definitivamente a maior refeição do dia deve ser o café da manhã, coisa que seguramente não faz parte do nosso hábito alimentar: “não dá tempo, não consigo, não tenho fome nessa hora”… mas seria muito bom se fizesse;  
3) a menor refeição do dia, ao contrário do que a maioria dos gordos fazem, deve ser o jantar, no qual o consumo de carboidratos (massas, pães, bolos etc) deve ser muito pequeno. Fazer só um “lanchinho”, no qual pães e doces são predominantes, seguramente não é bom;  
4) como regra geral, um adulto que precisa perder peso deve aumentar proporcionalmente o consumo de proteínas (carnes, ovos), grãos, fibras (saladas não engordam!) e diminuir o de gorduras e farinhas; 
5) considera-se adequada a perda de 500g por semana, para aqueles que estão acima do peso. Parece pouco? Isso significa 2 quilos por mês, 24 quilos no ano! E no entanto, 500g são, normalmente, menos do que se consome em uma refeição. Isso nos demonstra que  não adianta querer perder em um mês o que se ganhou em 10 anos!
  • Dicas específicas
Devemos conhecer coisas mínimas sobre alimentação e nutrição , como por exemplo:  

6) um grama de gordura nos fornece 9 calorias, enquanto um grama dos demais nutrientes nos fornece 4 calorias; 
7) a diferença entre pão e torrada é a água que evaporou da torrada. Água não tem calorias, logo, não há diferença entre eles;  
8 ) a diferença de valor calórico entre queijos depende deles serem feitos com leite desnatado, e não do fato de ser amarelo ou branco. O queijo que derrete no micro é gordo!  
9) o fato dos alimentos avisarem que não têm colesterol não significa que são dietéticos, só que não têm gordura animal. Se tiverem um monte de gordura vegetal são, seguramente, muito calóricos; 
10) a maioria dos doces (cremes, mousses etc) são gorduras doces, com todo aquele montão de calorias;  
11) tire toda a gordura visível das carnes, antes do cozimento. A gordura do frango está na pele;  
12) grelhado é bom. Empanado ou frito engorda!
 13) creme de leite é tão calórico quanto manteiga, margarina e requeijão. Se não puder viver sem eles aprenda a fazer molhos com iogurte desnatado, inclusive para temperar saladas; 
14) existe mais de um milhão de dicas para emagrecer. Deixe a preguiça de lado e seja proativo. Informe-se, procure, utilize periodicamente nossa calculadora IMC, cuide-se!    

Fonte: Saúde em Primeiro Lugar

Brasil é exemplo no combate contra AIDS.

O Centro e Controle de Doenças americano sobre a epidemia de HIV/AIDS, após 30 anos aponta que o Brasil é o país que melhor controla a doença. Isso se deve as campanhas durante todo o ano e sendo mais massante e marcante em datas festivas, como o carnaval e ano novo. Para afirmar isto com base em informações, houve um declínio significativo após a veiculação em TV, rádio, outdoor e durante as festas. Este declínio foi confirmado em 2002 e 2007 entre dois grupos: homens gays e mulheres.
Entre os homossexuais masculinos, houve 3.376 novas infecções em 1996 e apenas 647 em 2009 – uma queda de 81%. Entre as mulheres, os números caíram de 7.419 novos casos em 1996 para 2.034 em 2009 – 73% a menos.

Aqui no Brasil os profissionais de saúde já começam a trabalhar em conjunto com a sociedade a fim de combater a AIDS, isso ocorre desde 1980 onde o governo convidou ativistas gays e representantes de organizações não governamentais para ajudar a elaborar políticas e aprender mais sobre o vírus e as necessidades de cuidados de saúde.
Segundo Eduardo Gomez, especialista em políticas públicas e administração americano, o governo brasileiro não pensa somente em seu próprio país, ou seja, vem motivando a cada vez mais outros, como exemplo as nações africanas a desenvolverem a capacidade necessária para produzir medicamentos antirretrovirais.

Fonte: CNN

Falta de carinho da mãe afeta o cérebro da criança.


O pediatra Dioclecio Campos Junior, professor da Faculdade de Ciências da Saúde, do Departamento de Pediatria da UnB, mostrou resultados de experiências com animais que revelam que os filhotes que não foram lambidos pelas mães, maneira de demonstrar afeto, sofreram mudanças no cérebro e, depois, quando tiveram seus filhotes também não os lamberam. “O vínculo afetivo é decisivo para moldar o comportamento ao longo do desenvolvimento”, disse em sua palestra no 69º Curso Nestlé de Atualização Pediátrica.O número de células do hipocampo, área ligada à memória, nos filhotes que não foram lambidos era reduzido em comparação aos que tiveram as lambidas da mãe. Os cuidados no primeiro ano de vida têm repercussão sobre o cérebro das crianças, mostrando a importância do afeto materno, visto que as sinapses se formam até os 5 anos, fase em que o indivíduo aprende a aprender. Quando a criança recebe carinho, os níveis de serotonina sobem, reforçando as conexões sinápticas. Quando a criança é exposta a situações negativas, aumenta o cortisol, o hormônio do estresse, diminuindo a formação de sinapses no cérebro.

Chocolate reduz gordura corporal.

Nem tudo que reluz é ouro, mas no caso do chocolate podemos ficar feliz com o fato de que ele não nos engorda TANTO ASSIM. A pesquisa feito em nove países europeus, incluindo a Espanha, sobre hábitos alimentares para jovens. Fato este comprovado em teste com 1.458 participantes deste estudo em específico, publicado na Nutrition, entre 12 e 17 anos mostram que ele auxilia tanto na redução na gordura total quanto da localizada na região abdominal.
O chocolate é rico em açúcar e gorduras saturadas, mas este e outros estudos já apontaram que seu consumo está ligado a menor chance de problemas cardíacos e metabólicos.
Os estudantes espanhois tiveram resultados positivos quanto à gordura corporal medida manualmente, nas dobras da pele, ou com eletrodos e também apresentaram melhores Índices de Massa Corporal (IMC).
Lembrando que o consumo excessivo é desaconselhado pelos pesquisadores, e também é preciso levar em conta que existem tipos diferentes de chocolate.

Em tempo: dê preferência para o chocolate amargo e fique longe do chocolate branco.
Fonte: Medical Xpress / WebMD

Conheça os tipos de sal e saiba como usá-los.

Diversos tipos de sal ganham as mesas dos brasileiros. Os produtos vão desde o tradicional marinho, passam pelo light e chegam aos gourmet, que dão um toque especial à comida preparada. Veja quais são os tipos do tempero e aprenda a usá-los:
  • Light: o sal light foi criado para diminuir a quantidade de sódio consumido, já que este mineral adere à parede das artérias, contribuindo para elevar a pressão sanguínea. O sal light possui menos da metade de sódio encontrada no sal branco refinado. No entanto, o sabor é um pouco amargo.
  • Flor de sal: esta é conhecida como uma das mais delicadas versões de sal. O ideal é acrescentá-lo após o preparo, quando o fogo já estiver desligado. Combina perfeitamente com carnes vermelhas, mas pode ser adicionado a qualquer prato, pois é capaz de realçar o sabor, sem fazer com que o alimento perca sua característica original. Esbanja quantidades de magnésio, iodo e potássio. É formado nas superfícies das salinas e, devido à ação do vento, adquire o aspecto de pequenos cristais. Apesar de produzido em diversos locais, o mais famoso é o da região de Guerande, norte da França.
  • Sal rosa: as reservas do sal rosa estão localizadas principalmente no Peru, no Vale Sagrado dos Incas, onde existia um oceano, há mais de dois mil anos. A água salobra brota do subsolo em pequenas poças e, com a evaporação, dá origem aos cristais de tom rosado. Seus grãos têm um elevado índice de umidade, com uma aparência grudenta, além de um sabor forte. Está entre as opções com menor teor de sódio e é ideal para temperar peixes crus, frutos do mar e aves.
  • Sal defumado: a aparência cinza revela um gosto levemente adocicado. Bastante produzido na França, lá o sal é defumado pela fumaça fria proveniente da queima de barris de carvalho usados no envelhecimento de vinho. Em alguns locais é produzido ao colocar o sal comum em contato com a fumaça da queima de uma madeira aromática, como carvalho ou cerejeira. É bastante versátil e combina com pratos vegetarianos, carnes, aves e peixes. Mas controle-se: tem quase a mesma quantidade de sódio do sal comum.
  • Sal marinho: é considerado uma alternativa mais saudável que o sal refinado, que leva aditivos como o iodeto e agentes antiaglomerantes. O sal marinho é obtido pela evaporação da água do mar e seu conteúdo mineral lhe dá um sabor diferente do sal de mesa, que é obtido a partir de rochas. No Brasil, este é o tipo de sal mais comum e barato e é bastante produzido no Rio Grande do Norte.
  • Sal negro: este tipo de sal também é conhecido como Kala Namak e é obtido em reservas naturais da região central da Índia. Além da cor ser totalmente diferente do sal tradicional, o sabor também não é nada comum e, para muitos, lembra o de gema de ovo. Sua textura é crocante e muito solúvel e, por isso, é ideal para ser adicionado aos molhos, saladas e massas.
  • Sal rosa do Himalaia: este sal vindo da Ásia é um pouco mais caro que os outros sais importados. Este condimento é encontrado nos pés da montanha do Himalaia, uma região que já foi banhada por mar. O tom rosado se deve aos minerais presentes nele, como o ferro e o manganês. Como o sabor não é muito diferente, se mal usado pode se perder em meio aos ingredientes do prato. Carnes grelhadas, saladas com azeite e legumes na manteiga são boas opções para este sal. Porém, deve-se evitar as receitas com caldos, e, em carnes, deve ser aplicado na hora do preparo, já que tende a ressecar os alimentos porque atrai água.
  • Sal líquido: este sal é obtido pela dissolução de sal marinho em água mineral. Tem sabor suave e pode ser adicionado a todos os alimentos, principalmente em saladas. Esta versão salga menos, mas tem menos sódio que os convencionais.
  • Sal do Havaí: nesta região o sal é rosado. Rico em ferro, preserva o sabor ferroso de forma suave. Vai bem com molhos, saladas, vegetais e grelhados de carne vermelha. Seus grãos são maiores que os do sal comum. Entretanto, a quantidade de sódio é alta e deve ser consumido de forma moderada.
  • Sal grosso: os cristais grandes preservam as propriedades dos alimentos e evitam o ressecamento. É usado principalmente em carnes que vão à churrasqueira e naquelas assadas em uma espécie de invólucro.
  • Sal de aipo: o sal de aipo é basicamente o sal de mesa misturado com grãos de aipo secos e moídos. É utilizado para dar sabor em caldos e sopas.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Estrelas mirins dos sucessos de terror, como estão?

Veja como estão as crianças que fizeram sucesso em filmes de terror, confira: 


Mischa Barton, antes mesmo de ser aquela menina rica, linda e sexy do seriado “The O.C.: Um Estranho no Paraíso” (2003-2007), ela foi uma fantasma em “O Sexto Sentido” (1999).

O ator Miko Hughes em cena no filme “O Cemitério Maldito” (1989) e atualmente.

Lina Leandersson, diga-se de passagem já se foram seis anos e veja a diferença entre ela em cena de “Deixe Ela Entrar”, em 2008, e ela no ano passado.

Eis as irmãs Lisa e Louise Burns, elas viveram as gêmeas Grady em “O Iluminado” (1980), adaptação cinematográfica do clássico de Stephen King.

É assim que está o ator John Franklin, de ‘Colheira Maldita’, trinta anos após o lançamento do filme.

Danielle Harris estreou em “Halloween 4″ (1988), ela fez vários longas dentro do gênero.

Ela brilhou como “A Órfã”, mas também é lembrada por viver Clove em “Jogos Vorazes”.

O ator Harvey Stephens tem hoje 44 anos e ele foi o Damien de “A Profecia”.

Linda Blair ficou conhecida pela personagem Regan em “O Exorcista” (1973), veja como ela está hoje.

A Daveigh Chase tinha 12 anos quando interpretou uma das personagens mais assustadoras do cinema, a Samara do filme “O Chamado”.

Winona Ryder no filme “Os Fantasmas se Divertem”.

Oliver Robbins fez “Poltergeist – O Fenômeno”.

Alex Vincent e boneco “Chucky – Brinquedo Assassino” (1988) e atualmente.

Kyle Richards estrelou em 1978 no filme “Halloween – A Noite do Terror”.


Chloe Moretz, interpretou Chelsea Lutz no remake de “Horror em Amityville”.

Fonte: Revista Monet
Fotos: Reprodução/Getty Images/Instagram

Horário de verão: saiba tudo a respeito.

Zero hora do dia 16 de outubro
No próximo dia 16 de outubro, domingo, à zero hora, terá início o horário de verão de 2011 e, dependendo do Estado brasileiro onde você mora, deverá adiantar uma hora o seu relógio. Como se sabe, todos os anos, nessa época, quem reside nas Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste deve adotar esse procedimento.
O governador da Bahia, Jaques Wagner, anunciou nesta segunda-feira, 3 de outubro, que a Bahia vai adotar o horário de verão entre os dias 16 de outubro deste ano e 26 de fevereiro de 2012. Quanto à polêmica sobre a volta do horário de verão ao Estado depois de 8 anos, Wagner declarou que vê mais vantagens do que problemas na mudança.

Por quê?

A finalidade principal dos horários de verão é economizar energia elétrica. Isto se faz através do aproveitamente da luz do Sol, nos dias mais longos da Primavera e do Verão, nas regiões mais distantes da linha do Equador. Nas demais regiões, próximas do Equador, dias e noites têm duração praticamente iguais naquelas Estações e a adoção do horário de verão traria pouco benefício. Por isso, as Regiões Norte e Nordese não o utilizam. Nestas duas regiões, a programação da TV fica adiantada uma hora, uma vez que segue o horárioi oficial do Brasil (hora de Brasília).

Economia

O horário de verão proporciona uma economia de enetgia elétrica de cerca de 1% e, nos horários de maior consumo, de 3,5 a 5%. Talvez você ache que este percentual é muito pequeno, mas saiba que isso chega a significar R$ 50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais), ou até mais de economia para o País, equivalentes a 2.000 Mw (dois mil negawatts).

História


Benjamin Franklin (Boston, 17 de janeiro de1706 — Filadélfia, 
17 de abril de 1790) foi uma das personalidades mais notáveis da história dos Estados Unidos da América e de toda a humanidade. Foi jornalista, editor, escritor, filantropo, abolicionista, funcionário público, cientista, inventor, diplomata e campeão de xadrez. Foi também um dos líderes da Revolução Americana, conhecido por suas citações e experiências com a eletricidade, tendo sido o inventor do pararraios. Seu rosto está estampado na nota de 100 dólares – a de maior valor – dos EUA. Foi precisamente esse homem extraordinário quem primeiro pensou na possibilidade da adoção do horáro de verão. Franklin observou que, nos meses da Primavera e do Verão, o Sol nascia antes que as pessoas acordassem. Logom deduziu que, se os relógios fossem adiantados, poderia se aproveitar por mais tempo a luz do Sol. No entanto, não foram os Estados Unidos que adotaram o horário de verão pela primeira vez, mas sim a Alemanha, em 1916.

No Brasil

Em nosso País, o horário de verão foi implantado pela primeira vez em 1º de outubro de 1931, por iniciativa do então presidente Gerúlio Vargas, através do decreto 20.466, abrangendo todo o território nacional. Após 18 anos sem ser usado, o horário de verão foi novamente adotado por volta de 1985/86, devido à queda do nível de água nos reservatórios das hidrelétricas. Depois disso, vigorou em todos os anos.

Quem adota

Cerca de 30 países utilizam o horário de verão, pelo menos em uma área dos seus territórios. Uma grande parte dos continentes está no Hemisfério Norte, onde o inverno é mais rigoroso, com o Sol se pondo muito cedo e nascendo lentamente durante o dia. No verão, o inverso ocorre. É comum o dia ainda estar claro às 20 ou até às 22 horas. Por isso, nesses lugares o horário de verão faz uma grande diferença. Veja o mapa:

Nos Estados Unidos, o horário de verão é conhecido por DST (Daylight Saving Time).

O que as pessoas acham

Segundo as pesquisas, a maioria aprova. Foi possível constatar também que a maioria compreende que a medida proporciona benefícios, como a economia de energia elétrica, além de aumentar o tempo de convívio familiar entre pais e filhos menores, bem como o aumento da segurança das pessoas, na medida em que permite o retorno do trabalho antes do anoitecer. No entanto, há quem critique o horário de verão. A principal queixa é que ele altera o relógio biológico das pessoas. Realmente, os efeitos do horário de verão são parecidos com os de uma viagem na qual se atravessa um fuso horário. Nosso organismo possui diversos ritmos sincronizados, como a temperatura e o sono, por exemplo. O horário de verão ou a mudança de fuso horário, faz com que o organismo tenda a sincronizar seus ritmos de acordo com as novas condições. Porém, como cada ritmo tem uma velocidade particular de ajuste, a fase entre os ritmos é modificada. Mas depois de alguns dias ou semanas a ordem é restabelecida.

Sempre aos domingos

O horário de verão começa sempre aos domingos exatamente para proporcionar às pessoas uma adaptação melhor ao novo horário. Elas passam a contar com um dia não útil para adaptar o organismo. Durante essa fase, alguém pode sentir algum mal-estar, certa dificuldade para dormir no horário habitual e sonolência durante o dia, o que pode ocasionar alterações de humor e de hábitos alimentares. Mas as reações são variáveis, mudando completamente de uma pessoa para outra.  Sugere-se a tais pessoas que durmam pelo horário antigo. Uma dica é fazer isso com as janelas abertas, ao menos nos primeiros dias, para acordar com a claridade.