sexta-feira, 2 de agosto de 2013
SAÚDE - Já existe série de exercícios que melhora o corpo em sete minutos.
Quem tem pouco tempo e não está disposto a investir em academia nem em equipamentos de exercício já pode comemorar.
Um programa desenvolvido por dois especialistas em treinamento do
Human Performance Institute, de Orlando (EUA), promete o máximo de
resultado com o mínimo de investimento.
Depois de analisarem uma série de estudos sobre treinamento e boa forma, Brett Klika e Chris Jordan publicaram na edição de maio/junho da revista técnica “Health & Fitness Journal” um artigo apresentando um tipo de
treinamento de “alta intensidade” com “uso do peso corporal”.
O estudo, que tem base científica propõe combinar exercícios aeróbicos (como corrida no lugar) com exercícios de resistência/força (como flexão de braço). Cada um é realizado por 30 segundos, em alta intensidade tentando o máximo possível de repetições), e o intervalo de recuperação é de apenas 10 segundos.
O pacote todo dura apenas “aproximadamente sete minutos”, conforme o texto descreve. O circuito pode ser repetido duas ou três vezes, dependendo do condicionamento do atleta e do tempo disponível.
Foi o que bastou para ser apelidado de “treino científico de 7 minutos” em texto no “New York Times” e, a partir dali, em uma fieira de lugares, do internético “Huffington Post” ao britânico “Daily Mail”, e em publicações especializadas em boa forma.
Há vídeos gratuitos mostrando como executar a série e aplicativos com cronômetros digitais para monitorar a execução da tarefa.
Depois de analisarem uma série de estudos sobre treinamento e boa forma, Brett Klika e Chris Jordan publicaram na edição de maio/junho da revista técnica “Health & Fitness Journal” um artigo apresentando um tipo de
treinamento de “alta intensidade” com “uso do peso corporal”.
O estudo, que tem base científica propõe combinar exercícios aeróbicos (como corrida no lugar) com exercícios de resistência/força (como flexão de braço). Cada um é realizado por 30 segundos, em alta intensidade tentando o máximo possível de repetições), e o intervalo de recuperação é de apenas 10 segundos.
O pacote todo dura apenas “aproximadamente sete minutos”, conforme o texto descreve. O circuito pode ser repetido duas ou três vezes, dependendo do condicionamento do atleta e do tempo disponível.
Foi o que bastou para ser apelidado de “treino científico de 7 minutos” em texto no “New York Times” e, a partir dali, em uma fieira de lugares, do internético “Huffington Post” ao britânico “Daily Mail”, e em publicações especializadas em boa forma.
Há vídeos gratuitos mostrando como executar a série e aplicativos com cronômetros digitais para monitorar a execução da tarefa.
- CONTRAINDICAÇÕES
- O próprios autores alertam: Ao tentar fazer tudo da forma mais rápida possível, o aluno corre o risco de fazer os exercícios de forma inadequada, aumentando a chance de lesão.
SAÚDE - Efeito sanfona pode fazer bem?
Perder peso e ganhá-lo é melhor para nossa saúde do que permanecer obeso, segundo o pesquisador Edward List.
Não foi realizada em humanos, mas em laboratório os ratos que fizeram uma “dieta ioiô” viveram o mesmo tanto que os ratos que faziam uma dieta de baixa gordura, já os ratos que se alimentavam de uma dieta rica em gordura tiveram uma vida mais curta.
Os 30 ratos que fizeram as três dietas: uma dieta rica em gordura, uma dieta de baixa gordura e uma dieta ioiô, que oscilou entre rica em gordura e baixa em gordura entre períodos de quatro semanas.
Dado o que se sabe sobre a obesidade e seu impacto hoje, faz sentido
que a dieta ioiô não só não faça mal, mas também possa ajudar.
Em 2002 ocorreu um estudo e mostrou que 7% de perda de peso reduz a chance de desenvolver diabetes em 58%. Segundo os pesquisadores, um pouco de perda de peso tem um enorme impacto quando se trata de melhorar a saúde; não é necessário ter um corpo ideal para obter grandes benefícios.
Fonte: LiveScience
Não foi realizada em humanos, mas em laboratório os ratos que fizeram uma “dieta ioiô” viveram o mesmo tanto que os ratos que faziam uma dieta de baixa gordura, já os ratos que se alimentavam de uma dieta rica em gordura tiveram uma vida mais curta.
Os 30 ratos que fizeram as três dietas: uma dieta rica em gordura, uma dieta de baixa gordura e uma dieta ioiô, que oscilou entre rica em gordura e baixa em gordura entre períodos de quatro semanas.
- Os animais na dieta rica em gordura comiam mais, pesavam mais, tinham mais gordura corporal e níveis mais altos de açúcar no sangue do que os ratos na dieta de baixa gordura.
- Os ratos na dieta ioiô tinham essas características também, mas só durante o período de dieta rica em gordura. Durante o período sem gordura, eles eram mais saudáveis.
Já…
- Os ratos na dieta baixa em gordura e na dieta ioiô viveram cerca de dois anos. Em contraste, os ratos da dieta rica em gordura viveram cerca de um ano e meio.
Em 2002 ocorreu um estudo e mostrou que 7% de perda de peso reduz a chance de desenvolver diabetes em 58%. Segundo os pesquisadores, um pouco de perda de peso tem um enorme impacto quando se trata de melhorar a saúde; não é necessário ter um corpo ideal para obter grandes benefícios.
Fonte: LiveScience
Crendices populares: o que é mito e o que é verdade
Desde
crianças ouvimos sobre as crendices populares que nos é passada por
mães, avós e bisavós. Algumas são até bizarras e nos fez sentir medo
toda a infância. O que é realmente verdade? E o que é mentira, ou seja,
mito?
Alguns especialistas fizeram esclarecimentos que de agora em diante vão sanar suas dúvidas. Preste atenção:
Vale lembrar que não lavar as mãos ao comer pode trazer muito mais bactérias do que a comida que caiu no chão. Então, fique atento!
O nosso corpo tem o poder de destruir os componentes essênciais do chiclete: aromatizantes, adoçantes e amaciantes. Ou seja, uma vez engolido, o chiclete tem o mesmo destino de qualquer alimento: é expelido naturalmente nas fezes.
No momento da digestão, nossa circulação sanguínea do aparelho digestivo é mais intensa. Se fizermos esforços físicos, o sangue que deveria estar cumprindo sua função digestiva vai para o tecido epitelial para manter o nosso corpo aquecido. Assim, ele se desvia para outras partes do corpo, comprometendo a nossa digestão e nos expondo ao perigo da congestão. Então, nada de correr, nadar ou até mesmo fazer sexo!
Começou na época da escravidão: naquela época o leite era um alimento caríssimo! Para que os escravos consumissem o leite e muito menos comessem as mangas da propriedade, os senhores de engenho inventaram este mito que muitas pessoas acreditam até hoje
Então, fique tranquilo! Manga com leite não causa indigestão e nem faz mal.
Segundo a dentista Andréia Verri “se o adoçante for de xilitol é melhor ainda. Há estudos que comprovam que ele extermina as bactérias causadoras da doença cárie (para a ação “limpante” deve-se continuar mascando em torno de 40min depois que ele perde o adocicado)”, esclarece.
Mas a dentista ressalta que o ideal é substituir o chiclete por uma maçã, mas que nunca devemos deixar de escovar os dentes.
Mas não devemos esquecer de que a água é maravilhosa para qualquer ser humano. Ela hidrata o corpo, auxilia no funcionamento do intestino e melhora a pele.
De acordo com a dermatologista Carolina Feijó “Essas substancias ainda podem facilitar as queimaduras. Sem contar que tantas outras substâncias, como o figo, por exemplo, ainda podem dar uma reação catastrófica em contato com o sol provocando uma reação química tal que pode até mesmo ser letal. Já tivemos vítimas em decorrência dessas experiências”, explica.
Só devemos utilizar produtos com filtro solar e com indicações dermatológicas. Cuidar bem da nossa pele é fundamental, não só pela estética, mas principalmente pela nossa saúde!
Há quem acredite que na lua nova ocorre a renovação e nascimento de novos fios. Na crescente, os cabelos crescem mais rápidos. Na cheia, o volume do cabelo é aumentado. E na Minguante, o crescimento é lento e desacelerado. Independente da cultura, sabemos que o ideal é sempre cortas as pontinhas dos cabelos de 3 em 3 meses, evitando, deste jeito, que se formem pontas duplas e haja quebra dos fios.
Fonte: Site Hagah
- 1 – Queimadura por água viva: urina alivia a dor?
- 2 – Caiu no chão? Até cinco segundos está limpinho de novo.
Vale lembrar que não lavar as mãos ao comer pode trazer muito mais bactérias do que a comida que caiu no chão. Então, fique atento!
- 3 – Chicletes realmente ficam no estômago por até sete anos?
O nosso corpo tem o poder de destruir os componentes essênciais do chiclete: aromatizantes, adoçantes e amaciantes. Ou seja, uma vez engolido, o chiclete tem o mesmo destino de qualquer alimento: é expelido naturalmente nas fezes.
- 4 – Comer e entrar na piscina? Pode ou não?
No momento da digestão, nossa circulação sanguínea do aparelho digestivo é mais intensa. Se fizermos esforços físicos, o sangue que deveria estar cumprindo sua função digestiva vai para o tecido epitelial para manter o nosso corpo aquecido. Assim, ele se desvia para outras partes do corpo, comprometendo a nossa digestão e nos expondo ao perigo da congestão. Então, nada de correr, nadar ou até mesmo fazer sexo!
- 5 – Comer manga com leite faz mal?
Começou na época da escravidão: naquela época o leite era um alimento caríssimo! Para que os escravos consumissem o leite e muito menos comessem as mangas da propriedade, os senhores de engenho inventaram este mito que muitas pessoas acreditam até hoje
Então, fique tranquilo! Manga com leite não causa indigestão e nem faz mal.
- 6 – Podemos mascar chiclete em vez de escovar os dentes?
Segundo a dentista Andréia Verri “se o adoçante for de xilitol é melhor ainda. Há estudos que comprovam que ele extermina as bactérias causadoras da doença cárie (para a ação “limpante” deve-se continuar mascando em torno de 40min depois que ele perde o adocicado)”, esclarece.
Mas a dentista ressalta que o ideal é substituir o chiclete por uma maçã, mas que nunca devemos deixar de escovar os dentes.
- 5 – Beber água gelada em jejum emagrece?
Mas não devemos esquecer de que a água é maravilhosa para qualquer ser humano. Ela hidrata o corpo, auxilia no funcionamento do intestino e melhora a pele.
- 6 – Coca-Cola na pele bronzeia?
De acordo com a dermatologista Carolina Feijó “Essas substancias ainda podem facilitar as queimaduras. Sem contar que tantas outras substâncias, como o figo, por exemplo, ainda podem dar uma reação catastrófica em contato com o sol provocando uma reação química tal que pode até mesmo ser letal. Já tivemos vítimas em decorrência dessas experiências”, explica.
Só devemos utilizar produtos com filtro solar e com indicações dermatológicas. Cuidar bem da nossa pele é fundamental, não só pela estética, mas principalmente pela nossa saúde!
- 7- Devemos seguir o calendário para cortar os cabelos?
Há quem acredite que na lua nova ocorre a renovação e nascimento de novos fios. Na crescente, os cabelos crescem mais rápidos. Na cheia, o volume do cabelo é aumentado. E na Minguante, o crescimento é lento e desacelerado. Independente da cultura, sabemos que o ideal é sempre cortas as pontinhas dos cabelos de 3 em 3 meses, evitando, deste jeito, que se formem pontas duplas e haja quebra dos fios.
Fonte: Site Hagah
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
VOCE SABENDO - O buraco negro pode devorar nossa galáxia? Entenda.
Existe
um buraco negro no centro de cada galáxia. Esta foi uma conclusão
recente dos cientistas. E, sim, isso quer dizer que as galáxias serão
engolidas pelos seus próprios buracos negros. Mas calma a boa notícia é
que este é um processo extremamente lento. Os buracos negros são sim
“esfomeados” mas não saem por aí engolindo estrelas, planetas e tudo o
mais que encontram pela frente. Eles ficam “quietos” por muito tempo sem
mexer com os objetos próximos que o orbitam. Somente se eles chegarem
muito próximos é que serão capturados pelo campo gravitacional.
Estudos revelam também novos dados sobre funcionamento dos buracos negros. Se um corpo celeste é capturado pelo campo gravitacional do buraco negro, não tem jeito, o corpo será puxado com tanta violência que vai perder a forma e a luz – e o que restar da sua matéria vai se integrar à massa do buraco. Só que o campo gravitacional do comilão tem um limite, que os cientistas chamam de raio de maré. Suponhamos que uma nave espacial chegue bem perto do buraco. Ela seria atraída por ele, mas tem velocidade suficiente para escapar dessa enrascada. Se a espaçonave ultrapassar o raio de maré, não haverá velocidade que vai ajudar o piloto a escapar, e eles seriam destruídos. Neste raio de ação, a gravidade do buraco negro é maior do que força que mantém a nave “unida”, na sua forma original. A boa notícia é que, para ser engolido pelo buraco, o piloto teria de chegar bem perto.
Não há estrelas dando sopa dentro do raio de maré do buraco negro. Afinal, ele já engoliu o que conseguiu alcançar. As estrelas do bojo se movimentam seguindo órbitas próprias. Estima-se que a cada 10 mil anos, uma estrela sofra uma perturbação em sua órbita e se aproxime do raio de maré do buraco. Aí não tem escapatória: ele engole mesmo. A cada vez que ele devora uma estrela, seu potencial gravitacional aumenta. Como isso acontece a cada dez mil anos, ele vai demorar uns trilhões de anos para comer somente as estrelas do bojo. Para devorar a galáxia inteira, só daqui a uns quatrilhões de anos.
Fonte: UOL
- Entenda
Estudos revelam também novos dados sobre funcionamento dos buracos negros. Se um corpo celeste é capturado pelo campo gravitacional do buraco negro, não tem jeito, o corpo será puxado com tanta violência que vai perder a forma e a luz – e o que restar da sua matéria vai se integrar à massa do buraco. Só que o campo gravitacional do comilão tem um limite, que os cientistas chamam de raio de maré. Suponhamos que uma nave espacial chegue bem perto do buraco. Ela seria atraída por ele, mas tem velocidade suficiente para escapar dessa enrascada. Se a espaçonave ultrapassar o raio de maré, não haverá velocidade que vai ajudar o piloto a escapar, e eles seriam destruídos. Neste raio de ação, a gravidade do buraco negro é maior do que força que mantém a nave “unida”, na sua forma original. A boa notícia é que, para ser engolido pelo buraco, o piloto teria de chegar bem perto.
Não há estrelas dando sopa dentro do raio de maré do buraco negro. Afinal, ele já engoliu o que conseguiu alcançar. As estrelas do bojo se movimentam seguindo órbitas próprias. Estima-se que a cada 10 mil anos, uma estrela sofra uma perturbação em sua órbita e se aproxime do raio de maré do buraco. Aí não tem escapatória: ele engole mesmo. A cada vez que ele devora uma estrela, seu potencial gravitacional aumenta. Como isso acontece a cada dez mil anos, ele vai demorar uns trilhões de anos para comer somente as estrelas do bojo. Para devorar a galáxia inteira, só daqui a uns quatrilhões de anos.
Fonte: UOL
SEXO - Você sabe tudo a respeito?
O
tempo passa e as pesquisas sobre sexo continuam sendo temas
importantes. Você talvez já tenha lido muito sobre o assunto, mas,
provavelmente, não conhece certas verdades a respeito do ato sexual.
Confira a seguir:
A genética influencia a idade do primeiro ato sexual das meninas

Um estudo da Universidade do Estado da Califórnia analisou a vida sexual de irmãs gêmeas univitelinas de várias idades. Descobriu-se que uma irmã tende a perder a virgindade mais ou menos na mesma época que a outra. É claro que fatores pessoais, sociais e culturais também influenciam, mas os pesquisadores garantem que o fator genético não pode ser desprezado.
O clitóris é mais interno do que externo
Nas
aulas de biologia, aprende-se que o clitóris é aquele pequeno apêndice
arredondado, logo acima da entrada da vagina, sendo um órgão externo e
visível. Esse órgão é composto de mais de 8.000 fibras nervosas e se
enrola ao redor da vagina. Quando a mulher se excita, ele tende a ficar
ereto e o prazer sexual da mulher aumenta. Embora os homens não possam
ver nada disso, é possível sentir.
O esperma é nutritivo
Numa
ejaculação, a quantidade de esperma de um homem tem aproximadamente a
mesma quantidade de proteínas que um ovo grande, além de vitamina c,
vitamina b12, cálcio, potássio, magnésio e zinco.
A abstinência sexual prejudica a saúde física e mental
Os
médicos afirmam que existem benefícios reais à saúde relacionados ao
sexo. A atividade sexual aumenta os níveis de imunoglobulina A,
um poderoso anticorpo que previne gripes e resfriados antes de
começarem, além de combater alguns vírus na entrada da boca e do nariz,
impedindo que penetrem no organismo. O sexo é um excelente auxiliar do
sistema imunológico e favorece a boa aparência e a simpatia. A
abstinência sexual, pelo contrário, leva a sérios transtornos
psicológicos como, por exemplo, a pedofilia e a masturbação compulsiva,
que se verificam em inúmeros casos divulgados pela mídia. Como dizia o
famoso filósofo e escritor Aldous Huxley, “Não existe perversão sexual mais repugnante do que a abstinência.”
O sexo faz as mulheres mais atraentes
A
atividade sexual feminina dobra os níveis de estrogênio pelo corpo, o
que torna o cabelo mais brilhante e a pele mais macia. Pesquisadores
defendem que este hormônio pode ser tratado como a “fonte da juventude”
das mulheres. Além disso, o orgasmo feminino envolve uma reação em que
as bochechas ficam mais rosadas e os lábios mais vermelhos,
especialmente em temperaturas altas. É quase como um tratamento de
beleza completo sem sair da cama. A abstinência sexual, ao contrário,
torna as mulheres doentes, feias, tristes e frustradas.
Se você é muito ativo sexualmente, corre o risco de contrair uma DST
Tudo
demais é veneno e o número é assustador: 80% dos adultos sexualmente
muito ativos contraem alguma DST (Doença Sexualmente Transmissível) em
algum momento da vida. Grande parte desse percentual pega uma das 25
variedades de doenças que não deixam sintomas, ou seja, a pessoa não
sabe que contraiu o mal. Mas esses índices tendem a baixar, com a
descoberta de novas vacinas, como a que combate o vírus HPV, vírus
universal, que não tem preferências, quer seja quanto ao sexo, idade,
raça, localização, com mais de 200 variações, causando lesões benignas,
tais como verrugas, mas certos tipos são freqüentemente encontrados em
determinadas neoplasias como o cancro do colo do útero, do qual se
estima que sejam responsáveis por mais de 90% de todos os casos
verificados.
Os métodos anticoncepcionais prejudicam a libido
Trata-se
de um complicado caso psicológico. Mulheres que usam métodos
anticoncepcionais tendem a achar seus parceiros menos atraentes e menos
satisfatórios na cama, porque identificam neles um homem que deseja um
relacionamento duradouro e não apenas um momento de luxúria carnal. Por
outro lado, essas mulheres tendem a apreciar mais seus companheiros
justamente pelos aspectos não sexuais da relação. Os números parecem
comprovar essa tese: uma pesquisa recente comprovou que os
relacionamentos das mulheres que usam métodos anticoncepcionais duram
cerca de dois anos a mais do que as que não usam.
Dieta altera o gosto do sêmen
As
adeptas de sexo oral certamente se interessarão por essa notícia: o
sabor do esperma se modifica, de acordo com o que o homem come. Por
exemplo, frutas doces como abacaxi, kiwi e melancia deixam o esperma com
um sabor mais leve, enquanto que cerveja e café produzem o efeito
oposto. Além do sabor, pode haver mudanças na textura. Por exemplo, as
carnes vermelhas podem tornar a ejaculação mais “amanteigada”. Já as
frutas cítricas e ácidas tornam o esperma um pouco mais doce.
Não há acordo sobre a ejaculação feminina
Já
se perdeu a conta de quantos experimentos, teses e postulações tentaram
definir se existe ou não a ejaculação feminina e como ela ocorre.
Alguns cientistas afirmam que a parede vaginal, analisada
cuidadosamente, mostra que não existe nenhuma zona mais sensível ao
toque ou especialmente cheia de nervos direcionados a proporcionar o
orgasmo. O líquido que as mulheres supostamente ejaculam nos momentos de
prazer também é tratado de forma diferente em cada pesquisa. Alguns
consideram até que tal substância não passa de urina.
Só recentemente o orgasmo feminino está sendo pesquisado
Os
cientistas de um passado não muito distante, deixaram de lado os
estudos sobre a ejaculação e o orgasmo femininos, além da busca pelo
chamado Ponto G. Isso aconteceu porque tais coisas nada
têm a ver com a reprodução, estando ligadas unicamente ao prazer. E nem
sempre o sexo foi visto sob essa perspectiva. Isso sem falar no impulso
que a tecnologia tem dado, com novas formas de investigar o corpo da
mulher.
O tal Ponto G não existe
Muito
se falou ultimamente sobre uma suposta zona erógena que deixa as
mulheres automaticamente em estado de extrema excitação. Seria o chamado
Ponto G. Mas estudos recentes garantem ter vasculhado todas as regiões
da vagina e não encontrado nenhuma área em particular com essa função.
Existem, no entanto, várias partes em que a estimulação sexual causa
efeitos notáveis. Pode ser um jogo estimulante para os parceiros
descobrir quais são eles.
A genética influencia a idade do primeiro ato sexual das meninas
Um estudo da Universidade do Estado da Califórnia analisou a vida sexual de irmãs gêmeas univitelinas de várias idades. Descobriu-se que uma irmã tende a perder a virgindade mais ou menos na mesma época que a outra. É claro que fatores pessoais, sociais e culturais também influenciam, mas os pesquisadores garantem que o fator genético não pode ser desprezado.
O clitóris é mais interno do que externo
O esperma é nutritivo
A abstinência sexual prejudica a saúde física e mental
O sexo faz as mulheres mais atraentes
Se você é muito ativo sexualmente, corre o risco de contrair uma DST
Os métodos anticoncepcionais prejudicam a libido
Dieta altera o gosto do sêmen
Não há acordo sobre a ejaculação feminina
Só recentemente o orgasmo feminino está sendo pesquisado
O tal Ponto G não existe
SAÚDE - Açúcar faz tanto mal quanto álcool e cigarro.
Açúcar faz tanto mal quanto álcool e cigarro, diz artigo médico na “Nature” (*)
Consumo de alimentos doces triplicou no mundo nos últimos 50 anos. Ingestão excessiva está ligada a diabetes, câncer e doenças cardíacas.

O consumo de açúcar é tão prejudicial quanto o de álcool e cigarro, segundo artigo publicado, na semana passada, por médicos, na revista científica “Nature”. Isso porque a ingestão excessiva de sacarose e frutose, que triplicou no mundo nos últimos 50 anos, está ligada ao surgimento de doenças crônicas como diabetes, câncer e problemas cardíacos.

Em setembro do ano passado, a Organização das Nações Unidas (ONU) declarou que, pela primeira vez na História, as doenças crônicas não-transmissíveis representam um ônus maior para a saúde pública mundial do que as doenças infecciosas. Esses males já são responsáveis pela morte de 35 milhões de pessoas por ano, sendo 80% em países pobres ou em desenvolvimento, onde refrigerantes são muitas vezes mais baratos do que água potável ou leite.

Em geral, o álcool e o cigarro são regulados pelos governos como forma de proteger a saúde da população, mas não há controle sobre a alimentação. Segundo os autores do artigo, Drs. Robert Lustig, Laura Schmidt e Claire Brindis, a regulação das autoridades deveria incluir o aumento de impostos sobre produtos industrializados acrescidos de açúcar (como refrigerantes, sucos, achocolatados e cereais), a limitação de vendas no horário escolar e em ambientes de trabalho e a imposição de limites de idade para a compra. Mas essas regras são mais complicadas, de acordo com os pesquisadores, pois os alimentos são considerados bens essenciais, ao contrário do álcool e do tabaco.

Atualmente, existem, no planeta, 30% mais indivíduos obesos do que desnutridos, de acordo com os médicos. E a dieta ocidental, com muitos alimentos processados, tem contribuído para essas crescentes taxas. Apenas 20% dos obesos têm um metabolismo e uma vida normais – os demais sofrem com problemas como hipertensão, diabetes, apneia do sono, gordura no fígado e disfunções ortopédicas ou articulares.
As autoridades de saúde costumam considerar o açúcar como “calorias vazias”, mas evidências científicas mostram que sacarose e frutose em excesso podem desengatilhar processos tóxicos no fígado ou reações capazes de causar uma série de doenças crônicas.

Segundo os autores do artigo, na “Nature”, EUA e Europa ainda veem a gordura e o sal como os grandes vilões da alimentação, mas a atenção deve começar a se voltar para os produtos com adição de açúcar (moléculas de frutose acrescida em comidas processadas). Em outubro do ano passado, a Dinamarca optou por taxar alimentos ricos em gordura saturada, apesar de a maioria dos médicos não acreditar mais que essa substância seja a principal culpada pela obesidade. Agora, o país considera tributar os doces. Outras nações europeias e o Canadá tentam colocar impostos sobre alimentos adoçados. E os EUA já consideram taxar o refrigerante – um cidadão americano consome em média 216 litros por ano, dos quais 58% contêm açúcar. Outro limite possível seria proibir comerciais sobre produtos com adição de açúcar, destacaram os autores.
(*) Nature é uma das mais antigas e conceituadas revistas científicas do mundo. Sua primeira edição é de 4 de novembro de1869. Entre as inúmeras descobertas científicas publicadas na Nature estão a dos raios X, da estrutura em dupla hélice do ADN e o buraco na camada de ozônio. (Wikipédia)
Consumo de alimentos doces triplicou no mundo nos últimos 50 anos. Ingestão excessiva está ligada a diabetes, câncer e doenças cardíacas.
O consumo de açúcar é tão prejudicial quanto o de álcool e cigarro, segundo artigo publicado, na semana passada, por médicos, na revista científica “Nature”. Isso porque a ingestão excessiva de sacarose e frutose, que triplicou no mundo nos últimos 50 anos, está ligada ao surgimento de doenças crônicas como diabetes, câncer e problemas cardíacos.
Em setembro do ano passado, a Organização das Nações Unidas (ONU) declarou que, pela primeira vez na História, as doenças crônicas não-transmissíveis representam um ônus maior para a saúde pública mundial do que as doenças infecciosas. Esses males já são responsáveis pela morte de 35 milhões de pessoas por ano, sendo 80% em países pobres ou em desenvolvimento, onde refrigerantes são muitas vezes mais baratos do que água potável ou leite.
Em geral, o álcool e o cigarro são regulados pelos governos como forma de proteger a saúde da população, mas não há controle sobre a alimentação. Segundo os autores do artigo, Drs. Robert Lustig, Laura Schmidt e Claire Brindis, a regulação das autoridades deveria incluir o aumento de impostos sobre produtos industrializados acrescidos de açúcar (como refrigerantes, sucos, achocolatados e cereais), a limitação de vendas no horário escolar e em ambientes de trabalho e a imposição de limites de idade para a compra. Mas essas regras são mais complicadas, de acordo com os pesquisadores, pois os alimentos são considerados bens essenciais, ao contrário do álcool e do tabaco.
Atualmente, existem, no planeta, 30% mais indivíduos obesos do que desnutridos, de acordo com os médicos. E a dieta ocidental, com muitos alimentos processados, tem contribuído para essas crescentes taxas. Apenas 20% dos obesos têm um metabolismo e uma vida normais – os demais sofrem com problemas como hipertensão, diabetes, apneia do sono, gordura no fígado e disfunções ortopédicas ou articulares.
As autoridades de saúde costumam considerar o açúcar como “calorias vazias”, mas evidências científicas mostram que sacarose e frutose em excesso podem desengatilhar processos tóxicos no fígado ou reações capazes de causar uma série de doenças crônicas.
Segundo os autores do artigo, na “Nature”, EUA e Europa ainda veem a gordura e o sal como os grandes vilões da alimentação, mas a atenção deve começar a se voltar para os produtos com adição de açúcar (moléculas de frutose acrescida em comidas processadas). Em outubro do ano passado, a Dinamarca optou por taxar alimentos ricos em gordura saturada, apesar de a maioria dos médicos não acreditar mais que essa substância seja a principal culpada pela obesidade. Agora, o país considera tributar os doces. Outras nações europeias e o Canadá tentam colocar impostos sobre alimentos adoçados. E os EUA já consideram taxar o refrigerante – um cidadão americano consome em média 216 litros por ano, dos quais 58% contêm açúcar. Outro limite possível seria proibir comerciais sobre produtos com adição de açúcar, destacaram os autores.
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