Esta
pensando em conhecer novos lugares? É muito ruim quando viajamos para
novos lugares e não sabemos aonde encontrar um restaurante bom, o
horário de funcionamento de um parque.
Pensando nisso o programa Guias Locais do Google maps juntou varias
pessoas que compartilham suas experiências, fotos e dicas através da
plataforma para que você saiba sempre os melhores lugares para ir.
Esse programa esta com inscrições abertas para que você também possa
ajudar outras pessoas que vão passear na sua cidade. Ajudar outras
pessoas já é muito bom, mas quem participa do programa ira ganhar alguns
benefícios por essa ajudinha, como 1 TB de espaço grátis no Google
Drive, ser um dos primeiros a ter acesso a novos produtos Google e ainda
participar de concursos e eventos exclusivos promovidos pela marca.
Para saber mais informações de como ser um guia local do Google Clique aqui!
Fonte: Guias Locais / Hypennes
1.Velocidade letal
Vários avisos alertando sobre acidentes na área estavam sendo
enviados ao Titanic, cabendo assim ao capitão, reduzir a velocidade do
transatlântico. Se isso tivesse sido feito, o impacto não seria tão
destruidor como foi. Ao contrário do que os alertas indicavam, o capitão
resolveu continuar navegando em velocidade máxima.
2.SS Californian e Carpathia
O SS Californian era o navio mais próximo ao Titanic no momento do
acidente, no entanto o mesmo não respondeu aos pedidos de socorro. No
fim das contas, foi o Carpathia quem acabou salvando os sobreviventes do
naufrágio. Vale lembrar que o acidente aconteceu por volta de 23h40, e o
resgate só foi chegar as 4h da madrugada, quando grande parte dos
passageiros e tripulação já estavam mortos.
3.Japão sendo Japão
Ao voltar para o Japão, um sobrevivente japonês foi considerado
covarde, visto que no país do sol nascente, a honra está acima de tudo.
Para eles, o rapaz deveria ter ido até o fim e acabar morrendo no
naufrágio.
4.Música não faltou
Os músicos por algum momento pararam de tocar e se despediram uns dos
outros, no entanto acabaram percebendo que suas chances de escapar
seriam mínimas, por isso resolveram voltar com as músicas e naufragaram
com o navio.
6.Vida de cão
Cerca de 9 cães estavam a bordo do Titanic, apenas dois conseguiram se salvar, um Lulu da Pomerânia e um Pequinês.
Fonte: Minilua / Fatos Desconhecidos
Chega
aos Estados Unidos em breve o primeiro sistema de navegação holográfica
terrestre do mundo. O programa, que recebe o nome de WayRay Navion,
projeta imagens holográficas do GPS e notificações de direção no
parabrisas do carro, além de monitorar o desempenho do motorista, a
segurança e a eficiência do combustível.
A novidade é que o WayRay permite que o usuário dirija sem a
necessidade de óculos ou capacete, que podem prejudicar o campo de
visão.
Como funciona?
Um pequeno projetor, capaz de se encaixar no topo de qualquer painel,
projeta uma imagem holográfica no parabrisa do carro. A imagem se
sobrepõe à estrada ou rua com a linha de percurso virtual, o que,
segundo a desenvolvedora, ajuda o motorista a não voltar os olhos ao
parabrisa ou distrair-se olhando para o GPS.
“Esses dispositivos representam um grande salto no conceito de carros
conectados. Nós adaptamos pesquisa e desenvolvimento aeroespacial de
ponta em realidade aumentada e análises em dispositivos comerciais de
fácil utilização. A inovação pode salvar vidas e nos deixar um passo
mais próximo de automóveis independentes, sem necessidade de motorista”,
explica Vitaly Ponomarev, fundador e CEO da WayRay.
Fonte: Olhar Digital
Fundado
em 2013 pelos sócios Marco Gomes e Fernando Aquino, o serviço Mova Mais
recompensa seus usuários com pontos em programas de fidelidade, que
podem ser usados na compra de viagens, serviços e produtos. Esses
benefícios são financiados por empregadores, planos de saúde ou
patrocinadores.
As recompensas incluem passagens aéreas, produtos e serviços de
viagem, etc. Sobre o início do projeto, Fernando conta: “rodamos seis
meses com recursos próprios, praticamente sem gastos, apenas com o
trabalho dos sócios, até a entrada de um investidor, em abril de 2014,
que trouxe recurso suficiente para contratarmos nossos primeiros
funcionários e formalizar uma estrutura.”.
O Mova Mais é gratuito e funciona de maneira simples, basta
conecta-se a um app suportado pelo serviço, como Strava, RunKeeper ou
MapMyRun; começar a se mexer por aí da maneira que preferir: correndo,
pedalando ou caminhando. A atividade será detectada e gerará pontos que
podem ser trocados por um dos programas oferecidos.
Para Marco, “através da prática esportiva as pessoas podem melhorar a
qualidade de vida e fortalecer a saúde. Isso é importante não só para
elas, como para empresas, planos de saúde e até governo, já que aumenta a
expectativa de vida da população, além de diminuir os gastos com
procedimentos médicos, por isso acredito que esses serão os grandes
patrocinadores do Mova Mais”.
Com cerca de 20 mil usuários cadastrados, o Mova Mais pretende
“integrar novos apps e modalidades de atividades físicas frequentemente.
Tempo e investimento são necessários para que a plataforma seja robusta
e os dados sejam confiáveis para nossos parceiros comerciais.”, conta
Fernando.
Fonte: Hypeness
A
gripe é uma doença que todos os anos ataca milhares de pessoas no
mundo. Por mais que seja comum e muitas vezes não desperte grande
preocupação por parte da população, ela ainda deixa muitos
hospitalizados e também causa diversas mortes. A desinformação das
pessoas é uma das coisas que mais agrava a situação provocada pela
gripe.
1. Antibióticos não curam a gripe
Em tempos mais antigos, mais precisamente até os anos 1970, era comum
os médicos receitarem antibióticos para qualquer caso de infecção. As
pessoas chegavam até a se sentir melhores, mas, de fato, como explica o
professor de pediatria e medicina da Universidade de Utah Andrew Paiva, o
efeito era o mesmo de receitar pílulas de açúcar para os pacientes.
Esses medicamentos só funcionam contra bactérias e não possuem qualquer
efeito contra os vírus que causam a gripe.
Isso faz com que algumas pessoas, até hoje, acreditem que o uso de
antibióticos pode curar a gripe, mas os médicos já não receitam mais
esse tipo de remédio com facilidade. Na verdade, existe até um controle
rigoroso para a venda desse item junto às redes de farmácia. E isso tudo
tem uma razão bem plausível: o uso dessas substâncias sem qualquer
necessidade pode desenvolver bactérias resistentes ao medicamento.
2. A chamada “gripe de estômago” não é causada pelo mesmo vírus da gripe comum
A gripe tradicional, como conhecemos, também é chamada de influenza.
Por mais que ela possa causar alguns distúrbios gastrointestinais como
diarreia e vômito, principalmente nas crianças, não é a mesma coisa que a
chamada “gripe de estômago”. A gripe comum é uma doença respiratória
que afeta os pulmões e as vias aéreas. Já a gripe de estômago é um
desconforto que pode ser causado por outros tipos de vírus, bactérias ou
até parasitas.
Cerca de 3 mil morrem anualmente em virtude de infecções alimentares nos EUA.
3. Você não está mais suscetível a uma gripe por sair no tempo frio e úmido
Quantas vezes você não ouviu, durante a sua vida, da sua mãe ou da
avó, que deveria levar um casaco ou não sair com o cabelo molhado no
sereno para não pegar uma gripe? Muitas, certamente. Pois é, mas, de
fato, segundo o médico-chefe do escritório da rede de saúde da cidade de
Tucson, Estados Unidos, Donald Denmark, essa situação não agrava o
risco de pegar uma gripe. A doença somente é transmitida por meio do
contato da pessoa com outra contaminada, inalando o vírus exalado pela
tosse ou pela coriza.
Assim sendo, acredita-se que essa informação equivocada tenha surgido em
função dos períodos de maior incidência da gripe, que acontecem no
inverno, quando o tempo está frio e úmido. Por isso as pessoas costumam
ter esse fato como senso comum.
4. Tomar a vacina em um ano não previne contra a contaminação no ano seguinte
A vacina contra a gripe não oferece 100% de imunidade mesmo se tomada
regularmente. Mesmo assim, muitas pessoas acreditam que o efeito que o
medicamento produz no organismo é suficiente para permanecer imune por
mais de um ano e deixam de tomar a vacina no período seguinte.
O grande fator aqui é que os vírus, para se manterem vivos, precisam se
reproduzir. Para conseguir isso, eles invadem um organismo e injetam
material genético nas células. Esse conteúdo, por sua vez, faz com que a
célula crie diversas cópias do vírus e acabe espalhando por suas
semelhantes. Enquanto isso, o sistema imunológico vai trabalhando para
identificar o vírus e atacá-lo toda vez que ele invadir o organismo.
Como uma forma de defesa contra esse recurso, o vírus passa por diversas
mutações, fazendo com que cada nova identificação genética tenha que
ser reconhecida novamente pelo sistema imunológico.
Ou seja, a vacina tomada neste ano não vai estar preparada para as
“novidades” do ano que vem. Pelo menos não até que a ciência consiga
desenvolver uma solução imunológica vitalícia, como a que vem sendo
testada por alguns cientistas e que nós também noticiamos por aqui.
5. Uma gripe não é tão diferente de um resfriado forte
As pessoas tendem a pensar que a gripe é muito pior que o resfriado
e, de fato, não estão erradas, mas, do ponto de vista dos sintomas e da
recuperação, as doenças não são tão diferentes. Sim, a gripe causa
problemas debilitantes e que derrubam qualquer um, como febre, tosse,
dor de garganta, dores musculares e de cabeça e fadiga, mas os pacientes
levam de dias até algumas semanas para se recuperarem. Somente alguns
casos mais graves apresentam sintomas de desidratação e sepsia, que são
toxinas no sangue que podem provocar falência de órgãos.
No entanto, o que gera grande número de óbitos em função da gripe é a
baixa imunidade causada pela infecção. Isso pode potencializar
problemas crônicos e aumentar o risco de a pessoa contrair outras
doenças, principalmente por bactérias, como no caso da pneumonia.
Aqueles com histórico de asma, insuficiência cardíaca congestiva ou
outros distúrbios pulmonares crônicos podem ter complicações a partir de
infecção pelo vírus da gripe. Esses casos é que realmente tornam a
doença mais fatal.
Fonte: How Stuff Works/Patrick J. Kiger
Imagens: Shutterstock
Todos
nós não temos como fugir desta realidade: um dia nossos cabelos ficarão
grisalhos. Ou seja, totalmente brancos. Esta transformação, que é um
“presente” da maturidade para todos os seres humanos, tem a sua
explicação médica e científica.
A melanina, um tipo de hormônio produzido pela pele é que determina a
intensidade da cor do cabelo. Sua capacidade é determinada
geneticamente, o que explica o fato de algumas pessoas ficarem com os
cabelos brancos antes das outras. Além disso, alterações como estresse
ou medo, podem acelerar o processo. Mas a idade (envelhecimento) é a
principal causa da descoloração do cabelo. Ou seja, em algum momento da
nossa vida, a produção de melanina vai diminuindo.
Existem alguns cientistas que afirmam que o acúmulo de peróxido de
hidrogênio (o mesmo da “água oxigenada” que também é produzido pelo
nosso organismo) acaba impedindo a produção de melanina com o passar dos
anos.
Agora o momento exato em que ficaremos grisalhos, não tem como saber.
Depende, em parte, da genética de cada um de nós ou de outras
condições, inerentes a nossa vontade, como o estresse, traumas ou
doenças, que, inevitavelmente, vão acelerar o embranquecimento do nosso
cabelo.
Estudos mostram: depois dos 30 anos as nossas chances de ficarmos com o cabelo branco aumentam de 10% a 20% a cada década.
Assim, o veredicto é certo: ninguém escapa. E a pergunta permanece: pintar ou não pintar os cabelos? Eis a questão.
Fonte: Site Mundo Estranho Abril.