segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Em que lugar dos aviões as aeromoças dormem?

Apesar de já ter entrado numa aeronave ou já ter visto alguma de longe, quase ninguém se pergunta onde as aeromoças dormem durante os voos longos ou internacionais. Ou você achava que os comissários de bordo simplesmente tivessem que dormir sentadinhos naquelas poltronas que são designados a eles durante o voo?
Na verdade um avião é muito maior do que nós podemos imaginar, e possuem compartimentos ou até mesmo pequenas salas que podem ser designadas para essa finalidade.
A maioria dos Boeing 777 e 787 possuem uma escada secreta que leva a um pequeno conjunto de quartos sem janelas para a tripulação de cabine, só que quase ninguém sabe sobre a existências deles.
Talvez você já tenha reparado nesta escada, mas conseguiria imaginar para onde ela levava?

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Aparentemente são confortáveis e divertidas.

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Fonte: Business Insider
Imagens: Business Insider

Google Maps oferece benefícios para quem quer ajudar pessoas a conhecer novas cidades.

Esta pensando em conhecer novos lugares? É muito ruim quando viajamos para novos lugares e não sabemos aonde encontrar um restaurante bom, o horário de funcionamento de um parque.
Pensando nisso o programa Guias Locais do Google maps juntou varias pessoas que compartilham suas experiências, fotos e dicas através da plataforma para que você saiba sempre os melhores lugares para ir.
Esse programa esta com inscrições abertas para que você também possa ajudar outras pessoas que vão passear na sua cidade. Ajudar outras pessoas já é muito bom, mas quem participa do programa ira ganhar alguns benefícios por essa ajudinha, como 1 TB de espaço grátis no Google Drive, ser um dos primeiros a ter acesso a novos produtos Google e ainda participar de concursos e eventos exclusivos promovidos pela marca.
Para saber mais informações de como ser um guia local do Google Clique aqui!

Fonte: Guias Locais / Hypennes

Coisas que você não sabia sobre o Titanic.

1.Velocidade letal Full-Speed-Ahead-600x437
Vários avisos alertando sobre acidentes na área estavam sendo enviados ao Titanic, cabendo assim ao capitão, reduzir a velocidade do transatlântico. Se isso tivesse sido feito, o impacto não seria tão destruidor como foi. Ao contrário do que os alertas indicavam, o capitão resolveu continuar navegando em velocidade máxima.

2.SS Californian e Carpathia
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O SS Californian era o navio mais próximo ao Titanic no momento do acidente, no entanto o mesmo não respondeu aos pedidos de socorro. No fim das contas, foi o Carpathia quem acabou salvando os sobreviventes do naufrágio. Vale lembrar que o acidente aconteceu por volta de 23h40, e o resgate só foi chegar as 4h da madrugada, quando grande parte dos passageiros e tripulação já estavam mortos.

3.Japão sendo Japão
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Ao voltar para o Japão, um sobrevivente japonês foi considerado covarde, visto que no país do sol nascente, a honra está acima de tudo. Para eles, o rapaz deveria ter ido até o fim e acabar morrendo no naufrágio.

4.Música não faltou
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Os músicos por algum momento pararam de tocar e se despediram uns dos outros, no entanto acabaram percebendo que suas chances de escapar seriam mínimas, por isso resolveram voltar com as músicas e naufragaram com o navio.

6.Vida de cão
Cerca de 9 cães estavam a bordo do Titanic, apenas dois conseguiram se salvar, um Lulu da Pomerânia e um Pequinês.

Fonte: Minilua / Fatos Desconhecidos

Conheça o 1º sistema de navegação holográfica para carros do mundo.

Chega aos Estados Unidos em breve o primeiro sistema de navegação holográfica terrestre do mundo. O programa, que recebe o nome de WayRay Navion, projeta imagens holográficas do GPS e notificações de direção no parabrisas do carro, além de monitorar o desempenho do motorista, a segurança e a eficiência do combustível.
A novidade é que o WayRay permite que o usuário dirija sem a necessidade de óculos ou capacete, que podem prejudicar o campo de visão.
Como funciona?
Um pequeno projetor, capaz de se encaixar no topo de qualquer painel, projeta uma imagem holográfica no parabrisa do carro. A imagem se sobrepõe à estrada ou rua com a linha de percurso virtual, o que, segundo a desenvolvedora, ajuda o motorista a não voltar os olhos ao parabrisa ou distrair-se olhando para o GPS.

“Esses dispositivos representam um grande salto no conceito de carros conectados. Nós adaptamos pesquisa e desenvolvimento aeroespacial de ponta em realidade aumentada e análises em dispositivos comerciais de fácil utilização. A inovação pode salvar vidas e nos deixar um passo mais próximo de automóveis independentes, sem necessidade de motorista”, explica Vitaly Ponomarev, fundador e CEO da WayRay.


Fonte: Olhar Digital

Aplicativo brasileiro transforma seus exercícios físicos em prêmios como viagens e produtos.

Fundado em 2013 pelos sócios Marco Gomes e Fernando Aquino, o serviço Mova Mais recompensa seus usuários com pontos em programas de fidelidade, que podem ser usados na compra de viagens, serviços e produtos. Esses benefícios são financiados por empregadores, planos de saúde ou patrocinadores.
As recompensas incluem passagens aéreas, produtos e serviços de viagem, etc. Sobre o início do projeto, Fernando conta: “rodamos seis meses com recursos próprios, praticamente sem gastos, apenas com o trabalho dos sócios, até a entrada de um investidor, em abril de 2014, que trouxe recurso suficiente para contratarmos nossos primeiros funcionários e formalizar uma estrutura.”.
O Mova Mais é gratuito e funciona de maneira simples, basta conecta-se a um app suportado pelo serviço, como Strava, RunKeeper ou MapMyRun; começar a se mexer por aí da maneira que preferir: correndo, pedalando ou caminhando. A atividade será detectada e gerará pontos que podem ser trocados por um dos programas oferecidos.
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Para Marco, “através da prática esportiva as pessoas podem melhorar a qualidade de vida e fortalecer a saúde. Isso é importante não só para elas, como para empresas, planos de saúde e até governo, já que aumenta a expectativa de vida da população, além de diminuir os gastos com procedimentos médicos, por isso acredito que esses serão os grandes patrocinadores do Mova Mais”.
Com cerca de 20 mil usuários cadastrados, o Mova Mais pretende “integrar novos apps e modalidades de atividades físicas frequentemente. Tempo e investimento são necessários para que a plataforma seja robusta e os dados sejam confiáveis para nossos parceiros comerciais.”, conta Fernando.

Fonte: Hypeness

5 explicações que vão melhorar o seu conhecimento sobre a gripe.

A gripe é uma doença que todos os anos ataca milhares de pessoas no mundo. Por mais que seja comum e muitas vezes não desperte grande preocupação por parte da população, ela ainda deixa muitos hospitalizados e também causa diversas mortes. A desinformação das pessoas é uma das coisas que mais agrava a situação provocada pela gripe.

1. Antibióticos não curam a gripe
Em tempos mais antigos, mais precisamente até os anos 1970, era comum os médicos receitarem antibióticos para qualquer caso de infecção. As pessoas chegavam até a se sentir melhores, mas, de fato, como explica o professor de pediatria e medicina da Universidade de Utah Andrew Paiva, o efeito era o mesmo de receitar pílulas de açúcar para os pacientes. Esses medicamentos só funcionam contra bactérias e não possuem qualquer efeito contra os vírus que causam a gripe.
Isso faz com que algumas pessoas, até hoje, acreditem que o uso de antibióticos pode curar a gripe, mas os médicos já não receitam mais esse tipo de remédio com facilidade. Na verdade, existe até um controle rigoroso para a venda desse item junto às redes de farmácia. E isso tudo tem uma razão bem plausível: o uso dessas substâncias sem qualquer necessidade pode desenvolver bactérias resistentes ao medicamento.
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2. A chamada “gripe de estômago” não é causada pelo mesmo vírus da gripe comum
A gripe tradicional, como conhecemos, também é chamada de influenza. Por mais que ela possa causar alguns distúrbios gastrointestinais como diarreia e vômito, principalmente nas crianças, não é a mesma coisa que a chamada “gripe de estômago”. A gripe comum é uma doença respiratória que afeta os pulmões e as vias aéreas. Já a gripe de estômago é um desconforto que pode ser causado por outros tipos de vírus, bactérias ou até parasitas.
Cerca de 3 mil morrem anualmente em virtude de infecções alimentares nos EUA.

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3. Você não está mais suscetível a uma gripe por sair no tempo frio e úmido
Quantas vezes você não ouviu, durante a sua vida, da sua mãe ou da avó, que deveria levar um casaco ou não sair com o cabelo molhado no sereno para não pegar uma gripe? Muitas, certamente. Pois é, mas, de fato, segundo o médico-chefe do escritório da rede de saúde da cidade de Tucson, Estados Unidos, Donald Denmark, essa situação não agrava o risco de pegar uma gripe. A doença somente é transmitida por meio do contato da pessoa com outra contaminada, inalando o vírus exalado pela tosse ou pela coriza.
Assim sendo, acredita-se que essa informação equivocada tenha surgido em função dos períodos de maior incidência da gripe, que acontecem no inverno, quando o tempo está frio e úmido. Por isso as pessoas costumam ter esse fato como senso comum.

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4. Tomar a vacina em um ano não previne contra a contaminação no ano seguinte
A vacina contra a gripe não oferece 100% de imunidade mesmo se tomada regularmente. Mesmo assim, muitas pessoas acreditam que o efeito que o medicamento produz no organismo é suficiente para permanecer imune por mais de um ano e deixam de tomar a vacina no período seguinte.
O grande fator aqui é que os vírus, para se manterem vivos, precisam se reproduzir. Para conseguir isso, eles invadem um organismo e injetam material genético nas células. Esse conteúdo, por sua vez, faz com que a célula crie diversas cópias do vírus e acabe espalhando por suas semelhantes. Enquanto isso, o sistema imunológico vai trabalhando para identificar o vírus e atacá-lo toda vez que ele invadir o organismo. Como uma forma de defesa contra esse recurso, o vírus passa por diversas mutações, fazendo com que cada nova identificação genética tenha que ser reconhecida novamente pelo sistema imunológico.

Ou seja, a vacina tomada neste ano não vai estar preparada para as “novidades” do ano que vem. Pelo menos não até que a ciência consiga desenvolver uma solução imunológica vitalícia, como a que vem sendo testada por alguns cientistas e que nós também noticiamos por aqui.
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5. Uma gripe não é tão diferente de um resfriado forte
As pessoas tendem a pensar que a gripe é muito pior que o resfriado e, de fato, não estão erradas, mas, do ponto de vista dos sintomas e da recuperação, as doenças não são tão diferentes. Sim, a gripe causa problemas debilitantes e que derrubam qualquer um, como febre, tosse, dor de garganta, dores musculares e de cabeça e fadiga, mas os pacientes levam de dias até algumas semanas para se recuperarem. Somente alguns casos mais graves apresentam sintomas de desidratação e sepsia, que são toxinas no sangue que podem provocar falência de órgãos.
No entanto, o que gera grande número de óbitos em função da gripe é a baixa imunidade causada pela infecção. Isso pode potencializar problemas crônicos e aumentar o risco de a pessoa contrair outras doenças, principalmente por bactérias, como no caso da pneumonia. Aqueles com histórico de asma, insuficiência cardíaca congestiva ou outros distúrbios pulmonares crônicos podem ter complicações a partir de infecção pelo vírus da gripe. Esses casos é que realmente tornam a doença mais fatal.
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Fonte: How Stuff Works/Patrick J. Kiger
Imagens: Shutterstock

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Por que nós ficamos de cabelos grisalhos?

Todos nós não temos como fugir desta realidade: um dia nossos cabelos ficarão grisalhos. Ou seja, totalmente brancos. Esta transformação, que é um “presente” da maturidade para todos os seres humanos, tem a sua explicação médica e científica.
A melanina, um tipo de hormônio produzido pela pele é que determina a intensidade da cor do cabelo. Sua capacidade é determinada geneticamente, o que explica o fato de algumas pessoas ficarem com os cabelos brancos antes das outras. Além disso, alterações como estresse ou medo, podem acelerar o processo. Mas a idade (envelhecimento) é a principal causa da descoloração do cabelo. Ou seja, em algum momento da nossa vida, a produção de melanina vai diminuindo.
Existem alguns cientistas que afirmam que o acúmulo de peróxido de hidrogênio (o mesmo da “água oxigenada” que também é produzido pelo nosso organismo) acaba impedindo a produção de melanina com o passar dos anos.
Agora o momento exato em que ficaremos grisalhos, não tem como saber. Depende, em parte, da genética de cada um de nós ou de outras condições, inerentes a nossa vontade, como o estresse, traumas ou doenças, que, inevitavelmente, vão acelerar o embranquecimento do nosso cabelo.
Estudos mostram: depois dos 30 anos as nossas chances de ficarmos com o cabelo branco aumentam de 10% a 20% a cada década.
Assim, o veredicto é certo: ninguém escapa. E a pergunta permanece: pintar ou não pintar os cabelos? Eis a questão.

Fonte: Site Mundo Estranho Abril.