segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Conheça o 1º sistema de navegação holográfica para carros do mundo.

Chega aos Estados Unidos em breve o primeiro sistema de navegação holográfica terrestre do mundo. O programa, que recebe o nome de WayRay Navion, projeta imagens holográficas do GPS e notificações de direção no parabrisas do carro, além de monitorar o desempenho do motorista, a segurança e a eficiência do combustível.
A novidade é que o WayRay permite que o usuário dirija sem a necessidade de óculos ou capacete, que podem prejudicar o campo de visão.
Como funciona?
Um pequeno projetor, capaz de se encaixar no topo de qualquer painel, projeta uma imagem holográfica no parabrisa do carro. A imagem se sobrepõe à estrada ou rua com a linha de percurso virtual, o que, segundo a desenvolvedora, ajuda o motorista a não voltar os olhos ao parabrisa ou distrair-se olhando para o GPS.

“Esses dispositivos representam um grande salto no conceito de carros conectados. Nós adaptamos pesquisa e desenvolvimento aeroespacial de ponta em realidade aumentada e análises em dispositivos comerciais de fácil utilização. A inovação pode salvar vidas e nos deixar um passo mais próximo de automóveis independentes, sem necessidade de motorista”, explica Vitaly Ponomarev, fundador e CEO da WayRay.


Fonte: Olhar Digital

Aplicativo brasileiro transforma seus exercícios físicos em prêmios como viagens e produtos.

Fundado em 2013 pelos sócios Marco Gomes e Fernando Aquino, o serviço Mova Mais recompensa seus usuários com pontos em programas de fidelidade, que podem ser usados na compra de viagens, serviços e produtos. Esses benefícios são financiados por empregadores, planos de saúde ou patrocinadores.
As recompensas incluem passagens aéreas, produtos e serviços de viagem, etc. Sobre o início do projeto, Fernando conta: “rodamos seis meses com recursos próprios, praticamente sem gastos, apenas com o trabalho dos sócios, até a entrada de um investidor, em abril de 2014, que trouxe recurso suficiente para contratarmos nossos primeiros funcionários e formalizar uma estrutura.”.
O Mova Mais é gratuito e funciona de maneira simples, basta conecta-se a um app suportado pelo serviço, como Strava, RunKeeper ou MapMyRun; começar a se mexer por aí da maneira que preferir: correndo, pedalando ou caminhando. A atividade será detectada e gerará pontos que podem ser trocados por um dos programas oferecidos.
movamais
Para Marco, “através da prática esportiva as pessoas podem melhorar a qualidade de vida e fortalecer a saúde. Isso é importante não só para elas, como para empresas, planos de saúde e até governo, já que aumenta a expectativa de vida da população, além de diminuir os gastos com procedimentos médicos, por isso acredito que esses serão os grandes patrocinadores do Mova Mais”.
Com cerca de 20 mil usuários cadastrados, o Mova Mais pretende “integrar novos apps e modalidades de atividades físicas frequentemente. Tempo e investimento são necessários para que a plataforma seja robusta e os dados sejam confiáveis para nossos parceiros comerciais.”, conta Fernando.

Fonte: Hypeness

5 explicações que vão melhorar o seu conhecimento sobre a gripe.

A gripe é uma doença que todos os anos ataca milhares de pessoas no mundo. Por mais que seja comum e muitas vezes não desperte grande preocupação por parte da população, ela ainda deixa muitos hospitalizados e também causa diversas mortes. A desinformação das pessoas é uma das coisas que mais agrava a situação provocada pela gripe.

1. Antibióticos não curam a gripe
Em tempos mais antigos, mais precisamente até os anos 1970, era comum os médicos receitarem antibióticos para qualquer caso de infecção. As pessoas chegavam até a se sentir melhores, mas, de fato, como explica o professor de pediatria e medicina da Universidade de Utah Andrew Paiva, o efeito era o mesmo de receitar pílulas de açúcar para os pacientes. Esses medicamentos só funcionam contra bactérias e não possuem qualquer efeito contra os vírus que causam a gripe.
Isso faz com que algumas pessoas, até hoje, acreditem que o uso de antibióticos pode curar a gripe, mas os médicos já não receitam mais esse tipo de remédio com facilidade. Na verdade, existe até um controle rigoroso para a venda desse item junto às redes de farmácia. E isso tudo tem uma razão bem plausível: o uso dessas substâncias sem qualquer necessidade pode desenvolver bactérias resistentes ao medicamento.
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2. A chamada “gripe de estômago” não é causada pelo mesmo vírus da gripe comum
A gripe tradicional, como conhecemos, também é chamada de influenza. Por mais que ela possa causar alguns distúrbios gastrointestinais como diarreia e vômito, principalmente nas crianças, não é a mesma coisa que a chamada “gripe de estômago”. A gripe comum é uma doença respiratória que afeta os pulmões e as vias aéreas. Já a gripe de estômago é um desconforto que pode ser causado por outros tipos de vírus, bactérias ou até parasitas.
Cerca de 3 mil morrem anualmente em virtude de infecções alimentares nos EUA.

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3. Você não está mais suscetível a uma gripe por sair no tempo frio e úmido
Quantas vezes você não ouviu, durante a sua vida, da sua mãe ou da avó, que deveria levar um casaco ou não sair com o cabelo molhado no sereno para não pegar uma gripe? Muitas, certamente. Pois é, mas, de fato, segundo o médico-chefe do escritório da rede de saúde da cidade de Tucson, Estados Unidos, Donald Denmark, essa situação não agrava o risco de pegar uma gripe. A doença somente é transmitida por meio do contato da pessoa com outra contaminada, inalando o vírus exalado pela tosse ou pela coriza.
Assim sendo, acredita-se que essa informação equivocada tenha surgido em função dos períodos de maior incidência da gripe, que acontecem no inverno, quando o tempo está frio e úmido. Por isso as pessoas costumam ter esse fato como senso comum.

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4. Tomar a vacina em um ano não previne contra a contaminação no ano seguinte
A vacina contra a gripe não oferece 100% de imunidade mesmo se tomada regularmente. Mesmo assim, muitas pessoas acreditam que o efeito que o medicamento produz no organismo é suficiente para permanecer imune por mais de um ano e deixam de tomar a vacina no período seguinte.
O grande fator aqui é que os vírus, para se manterem vivos, precisam se reproduzir. Para conseguir isso, eles invadem um organismo e injetam material genético nas células. Esse conteúdo, por sua vez, faz com que a célula crie diversas cópias do vírus e acabe espalhando por suas semelhantes. Enquanto isso, o sistema imunológico vai trabalhando para identificar o vírus e atacá-lo toda vez que ele invadir o organismo. Como uma forma de defesa contra esse recurso, o vírus passa por diversas mutações, fazendo com que cada nova identificação genética tenha que ser reconhecida novamente pelo sistema imunológico.

Ou seja, a vacina tomada neste ano não vai estar preparada para as “novidades” do ano que vem. Pelo menos não até que a ciência consiga desenvolver uma solução imunológica vitalícia, como a que vem sendo testada por alguns cientistas e que nós também noticiamos por aqui.
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5. Uma gripe não é tão diferente de um resfriado forte
As pessoas tendem a pensar que a gripe é muito pior que o resfriado e, de fato, não estão erradas, mas, do ponto de vista dos sintomas e da recuperação, as doenças não são tão diferentes. Sim, a gripe causa problemas debilitantes e que derrubam qualquer um, como febre, tosse, dor de garganta, dores musculares e de cabeça e fadiga, mas os pacientes levam de dias até algumas semanas para se recuperarem. Somente alguns casos mais graves apresentam sintomas de desidratação e sepsia, que são toxinas no sangue que podem provocar falência de órgãos.
No entanto, o que gera grande número de óbitos em função da gripe é a baixa imunidade causada pela infecção. Isso pode potencializar problemas crônicos e aumentar o risco de a pessoa contrair outras doenças, principalmente por bactérias, como no caso da pneumonia. Aqueles com histórico de asma, insuficiência cardíaca congestiva ou outros distúrbios pulmonares crônicos podem ter complicações a partir de infecção pelo vírus da gripe. Esses casos é que realmente tornam a doença mais fatal.
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Fonte: How Stuff Works/Patrick J. Kiger
Imagens: Shutterstock

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Por que nós ficamos de cabelos grisalhos?

Todos nós não temos como fugir desta realidade: um dia nossos cabelos ficarão grisalhos. Ou seja, totalmente brancos. Esta transformação, que é um “presente” da maturidade para todos os seres humanos, tem a sua explicação médica e científica.
A melanina, um tipo de hormônio produzido pela pele é que determina a intensidade da cor do cabelo. Sua capacidade é determinada geneticamente, o que explica o fato de algumas pessoas ficarem com os cabelos brancos antes das outras. Além disso, alterações como estresse ou medo, podem acelerar o processo. Mas a idade (envelhecimento) é a principal causa da descoloração do cabelo. Ou seja, em algum momento da nossa vida, a produção de melanina vai diminuindo.
Existem alguns cientistas que afirmam que o acúmulo de peróxido de hidrogênio (o mesmo da “água oxigenada” que também é produzido pelo nosso organismo) acaba impedindo a produção de melanina com o passar dos anos.
Agora o momento exato em que ficaremos grisalhos, não tem como saber. Depende, em parte, da genética de cada um de nós ou de outras condições, inerentes a nossa vontade, como o estresse, traumas ou doenças, que, inevitavelmente, vão acelerar o embranquecimento do nosso cabelo.
Estudos mostram: depois dos 30 anos as nossas chances de ficarmos com o cabelo branco aumentam de 10% a 20% a cada década.
Assim, o veredicto é certo: ninguém escapa. E a pergunta permanece: pintar ou não pintar os cabelos? Eis a questão.

Fonte: Site Mundo Estranho Abril.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Como Corrigir a Timidez.

Segundo Bernardo Carducci (Shyness: The New Solution, in Psychology Today, Janeiro de 2000), 75% das pessoas apresentam condutas tímidas diante de estranhos. Isso quer dizer que três entre quatro pessoas têm dificuldade para se relacionar plena e objetivamente na sociedade. Portanto, os tímidos não são exceção no quadro geral, ao contrário, eles compõem a
grande maioria da humanidade.
Outra coisa que, a princípio, deve ficar bem clara, é que a timidez, sob o ponto de vista clínico, não é considerada uma doença, embora, em nível acentuado, possa trazer algumas complicações de ordem psicossomática. Os maiores problemas, na prática, são de ordem social.
Procurando ser o mais objetivo possível no exame da questão, L.C.Martins afirma que a timidez é, basicamente, um “problema de comunicação”, e que é a partir desta visão – muito mais fácil de ser entendida e trabalhada – que é possível “corrigir a timidez”. Segundo este autor, grande parte das dificuldades no relacionamento humano – principalmente a timidez – decorre de “falhas de aprendizagem”, ou seja, a pessoa reage com timidez porque não aprendeu corretamente a se relacionar com a sociedade.
Essa “aprendizagem falha” faz com que a pessoa formule e/ou admita preconceitos que acabam se transformando em crenças, e são essas crenças que interferem diretamente no processo decisório do indivíduo, levando-o a optar pela fuga, ausência, silêncio ou submissão quando precisa decidir, quando precisa se comunicar. No entanto, é perfeitamente possível consertar essas “falhas de aprendizagem”.
Não há como discordar que o medo, a ânsia e o preconceito são responsáveis por 90% do sofrimento humano, e que todas as pessoas, indistintamente, convivem com estes sentimentos a vida inteira. A diferença fica por conta da maneira como cada pessoa reage a eles.
Os medos, por exemplo, são projeções mentais formuladas a partir de uma experiência dolorosa no passado (tenha sido essa experiência real ou imaginária). O desejo de não sentir novamente a mesma sensação, cria uma espécie de barreira intelecto-emocional que nos impede de agir ou reagir racionalmente quando o fato se reapresenta na nossa vida. Isso “desarranja” o nosso sistema nervoso e desencadeia todo um conjunto de reações bem características, como suor frio, aumento do batimento cardíaco, tremores etc., embora, quase sempre, nada aconteça além desse desconforto. É preciso entender também que todo mundo tem medos, uns mais, outros menos. Mas isto, entretanto, não quer dizer que umas sejam superiores às outras; apenas não foram afetadas com a mesma intensidade.
A ânsia tem a ver com a qualidade das nossas expectativas. Ela resulta da não-aceitação do fato de que somos impotentes para modificar o rumo de certos acontecimentos. Isto nos leva a viver numa luta inglória entre a nossa vontade e a realidade (que não pode ser mudada), e a realidade, é claro, sempre vence, muitas vezes trazendo frustração e dor.
Já os preconceitos são barreiras intelectuais herdadas ou construídas a partir de falsos juízos. Eles surgem porque todo ser humano precisa ter uma explicação para todas as coisas que os sentidos percebem. Quando a pessoa não encontra essa explicação por si mesmo, aceita a primeira explicação que surge, e esta, então, lhe servirá de base para raciocínios futuros, até que uma nova explicação, mais satisfatória, substitua a anterior. Por isso chamamos este juízo de preconceito (“pré-conceito”).
A esta altura você deve estar perguntando o que isso tem a ver com timidez, não é mesmo? A resposta é simples: tudo!
Na realidade, a timidez é um estado de ansiedade deflagrado a partir dos nossos medos e preconceitos, principalmente com relação à imagem das outras pessoas. Nada mais que isso. Quando modificamos a imagem dessas pessoas (substituindo um preconceito por um novo conceito, mais coerente e consistente) esse medo deixa de ter sentido.
Não há regrinhas milagrosas para corrigir a timidez, isso não existe. O que pode transformar uma pessoa é o conhecimento de novas realidades e a conseqüente substituição de uma “idéia” por outra, venha ela embasada cientificamente ou por “iluminação espiritual”, não importa. O que importa é que ela venha. Os benefícios acontecerão por conseqüência.
No mundo há pessoas altas, baixas, gordas, magras, carecas, faladeiras, cultas, displicentes, com piercing, sem piercing, que usam terno, que usam jeans, religiosas ou não, observadoras, extravagantes, tímidas, politizadas, ignorantes, discretas, indiscretas, gananciosas, curiosas, habilidosas, felizes, amarguradas, perdulárias, fofoqueiras, excêntricas, que gostam de esportes, que gostam de música, que gostam de tudo, que não gostam de nada …
Olhe em volta e você verá todo tipo de gente. Gente assim como a gente, que sonha, tem desejos, esperanças, virtudes e defeitos, e que são poetas, cientistas, rezadeiras, solidários, egoístas, fanáticos, fortes, fracos, doutores ou não, que cantam, dançam, gritam, choram, esperneiam, têm calo, caspa, azia, unha encravada…
São tantas as diferenças que é impossível encontrar duas pessoas absolutamente iguais; cada uma tem seu tipo, seu jeito, suas manias, seus defeitos e suas virtudes. Ninguém melhor, ninguém pior; todas são diferentes, todas são especiais.
Por isso, tentar copiar um “padrão de qualidade” estabelecido seja lá por quem for é o mesmo que negar sua importância diante do mundo. Afinal, são justamente as nossas diferenças que nos fazem únicos. Sem essas diferenças, perdemos a nossa identidade.
Portanto – se aceita um conselho – não queira ser igual a ninguém. Apenas, melhore suas diferenças.
A pergunta crucial que acompanha o tímido é a seguinte: “o que vão pensar de mim?”
Esta preocupação com “o que os outros vão pensar”, é muito parecida com a sensação do medo comum, aquele medo que as pessoas têm de barata, quarto escuro, alma penada etc. É a preocupação com o perigo, com o mal que pode acontecer. Acontece, entretanto, que toda preocupação, seja ela com o que for, é uma projeção fantasiosa que (por ser fantasia) quase sempre carece de lógica; é coisa só da imaginação. Porém – isto é importante – mesmo sendo coisa da imaginação, é real, existe de fato na nossa mente.
“A imaginação é mais poderosa do que o raciocínio”
Albert Einstein

Todos os nossos medos têm a mesma origem. Aliás, a sensação de medo é própria dos animais. É o medo que garante a sobrevivência das espécies; é ele que faz aumentar a produção de adrenalina e nos prepara para o combate ou para a fuga diante do perigo. Se o homem não sentisse medo não sobreviveria. E, por isso, “todas as pessoas sentem medo”, todas.
É importante, todavia, manter esse medo sob controle, e a melhor maneira de fazer isso é não dar pernas à fantasia, ou seja, não deixar a imaginação criar mais do que deve. Particularmente, no caso dos tímidos, esta providência é a chave para controlar e até mesmo superar à ânsia.
Se a gente consegue diminuir o tamanho e força da fantasia, ou seja, se deixamos de valorizar tanto o que os outros pensam a nosso respeito, a timidez perde naturalmente o sentido. Por isso, o mais importante para o tímido não é vencer a timidez mas sim valorizar menos a opinião dos outros e valorizar mais as suas próprias diferenças. Esta “solução” é bem mais fácil, mais prática e mais eficaz, já que restaura a auto-confiança e reduz a ansiedade a níveis controláveis.
Esta mudança de atitude é possível utilizando-se os métodos auto-sugestivos desenvolvidos por Emile Couè, reforçados pela aceitação de novos conceitos obtidos através de um “exercício de coerências”.
Para que tenha uma idéia de como os métodos auto-sugestivos sustentados num programa de “repetições sistemáticas de novos conceitos” podem modificar as nossas atitudes (e timidez é uma atitude), vale transcrever este texto do Dr. Gustave Le Bon, autor do clássico “As Opiniões e as Crenças”:
O Efeito da Afirmação e Repetição(*)
“A afirmação e a repetição são agentes muito poderosos pelos quais são criadas e propagadas as opiniões. A educação é, em parte, baseada neles. Os políticos e os agitadores de toda a natureza fazem disso um uso quotidiano. Afirmar, depois repetir, representa mesmo o fundo principal dos seus discursos.
A afirmação não precisa de se apoiar numa prova racional qualquer: deve, simplesmente, ser curta e enérgica, e cumpre que impressione. Pode-se considerar como tipo dessas três qualidades o manifesto seguinte, recentemente reproduzido em vários jornais:
Quem produziu o trigo, isto é, o pão para todos? O camponês!
Quem faz brotar a aveia, a cevada, todos os cereais? O camponês!
Quem cria o gado para dar a carne? O camponês!
Quem cria o carneiro para proporcionar a lã? O camponês!
Quem produz o vinho, a cidra, etc.? O camponês!
Quem nutre a caça? O camponês!

E, entretanto, quem come o melhor pão, a melhor carne?
Quem usa as mais belas roupas?
Quem bebe o bordeaux e o champagne?
Quem se aproveita da caça?
O burguês!!
Quem se diverte e repousa à vontade?
Quem tem todos os prazeres?
Quem faz viagens de recreio?
Quem se coloca à sombra no estio e no inverno junto a um bom fogo? O burguês!!
Quem se nutre mal?
Quem raramente bebe vinho?
Quem trabalha sem cessar?
Quem se queima no verão e gela no inverno?
Quem padece muitas misérias e tem pesados trabalhos?
O camponês!

Suficientemente repetida, a afirmação acaba por criar, primeiramente, uma opinião e, mais tarde, uma crença.
A repetição é o complemento necessário da afirmação. Repetir muitas vezes uma palavra, uma idéia, uma fórmula, é transformá-las fatalmente em crença. Do fundador da religião ao negociante, todos os homens que procuram persuadir a outros têm empregado esse processo.
O seu poder é tal que se acaba por crer nas próprias palavras assim repetidas e por aceitar as opiniões que habitualmente se exprime.
Pratique auto-sugestão para “corrigir” timidez
À vista do leigo, auto-sugestão só é uma “coisa” que pode dar certo em determinados casos, mas que jamais seria eficaz para resolver, por exemplo, um caso de timidez. Fiz questão de referir “à vista do leigo” porque poucas pessoas conhecem, verdadeiramente, os poderes desta fantástica terapia, reconhecida cientificamente e aplicada com sucesso nos centros mais desenvolvidos do mundo.
Os princípios da auto-sugestão foram definidos por Emile Coué (1861-1921), partindo de observações e análises sistemáticas dos resultados obtidos com a hipnose clínica. Dentre estes princípios, dois são fundamentais para que o leitor entenda por que a auto-sugestão é altamente eficaz para vencer a timidez:
1 – Tudo aquilo que se afirma com insistência, acaba se tornando verdade na mente de quem afirma;
2 – Na briga da razão com imaginação, esta última sempre sai ganhando.

Para que o leitor entenda o alcance destes princípios, podemos recorrer às recentes pesquisas no campo da neurofisiologia e da psicopedagogia, que tratam especificamente da aprendizagem. Hoje, por exemplo, sabemos que o cérebro humano opera dois tipos de memória: uma memória de curto prazo, que trabalha com as informações do agora, e uma memória de longo prazo que mantém registrados dados, regras e emoções de real importância e dos quais nos valemos no nosso dia-a-dia.
Reparem que cada vez que precisamos dar um laço do cadarço do sapato, fazemos isso de forma natural e espontânea, sem precisar “recorrer” à memória para lembrar como devemos fazer. Isso é possível porque o procedimento para dar laço do cadarço do sapato está registrado na nossa memória de longo prazo. Também o motorista não pára para pensar o que deve fazer quando o sinal de trânsito fica vermelho; ele pisa no freio, automaticamente. É o mesmo princípio.
Porém, nem todas as informações do cotidiano são armazenadas nessa memória de longo prazo (ou memória subconsciente). Ali ficam registradas, basicamente, as informações que tiveram grande impacto emocional na nossa vida, seja esse impacto positivo ou negativo, e as informações repetidas com constância, como a tabuada, que aprendemos por repetição sistemática.
São exatamente essas informações armazenadas na nossa memória de longo prazo que nos “condicionam” a reagir desta ou daquela forma nas mais diferentes situações do cotidiano. Quer ver um exemplo muito simples? Uma criança que tenha sido mordida por um cão e, por isso mesmo, experimentado uma emoção negativa muito forte, tem registrada essa emoção na memória. É por isso que, mesmo anos depois, ela reagirá com medo toda vez que se deparar com um cão. O medo, na maioria dos casos, resulta de uma aprendizagem dolorosa no passado.
Ocorre, entretanto, que essas emoções não precisam ser reais (vividas na realidade) para serem memorizadas; elas podem resultar da imaginação. Um exemplo são as pessoas que têm medo de alma do outro mundo; elas nunca viram nenhuma mas reagem com medo diante da possibilidade de ficar frente a frente com uma. Elas “aprenderam” este medo ouvindo histórias de terror, seja através de livros, filmes etc. que excitaram a sua imaginação.
Isso, como vocês podem perceber, tem tudo a ver com a ver com os nossos comportamentos e atitudes. A educação que recebemos (transferência de crenças) é que nos condicionou a agirmos desta ou daquela forma durante a vida (atitudes). Essas informações, de tanto que nossos pais insistiram que aprendêssemos, acabaram registradas na nossa memória de longo prazo. E são elas que definem a maioria das nossas atitudes no dia-a-dia, inclusive a forma como nos relacionamos com as outras pessoas.
Da mesma forma, quando vamos tomar alguma decisão – importante ou não – sempre recorremos a nossa memória de longo prazo para fazermos a avaliação dor/prazer. É justamente por isso que a pessoa que foi mordida por um cão sempre reluta em se aproximar de algum.
Como vocês podem ver, os chamados “mistérios da mente” nem sempre são tão misteriosos assim, não é mesmo?
Cabe registrar que, quatro séculos antes de Coué, Maquiavel já havia escrito que “mesmo uma mentira, se repetida com insistência, transforma-se em verdade”. Esta lição, retirada de O Príncipe, é a própria afirmação de Coué com outras palavras.
Coué também afirmava que “na briga da razão com imaginação, esta última sempre sai ganhando”. Isso quer dizer que as nossas crenças são mais determinantes do que a realidade que nos envolve. Por isso é muito difícil convencer alguém de que tem medo de alma do outro mundo que elas não existem, ou que os quartos escuros não são povoados de seres sobrenaturais. Se a pessoa acredita nisso, é muito difícil convencê-la do contrário.
Portanto, não adianta a pessoa tentar se sugestionar afirmando “não tenho medo de quarto escuro”; se ela crê, firmemente, que seres sobrenaturais habitam os quartos escuros (imaginação) essa crença vencerá sempre.
É justamente por isso que as técnicas de auto-sugestão (afirmações feitas pela própria pessoa) não devem incitar o combate da razão com a imaginação. Já que as velhas crenças estão consolidadas na mente inconsciente, o máximo que se pode fazer é registrar novos conceitos na memória através da repetição continuada e deixar que esses novos conceitos passem a compor, também, a base intelecto/emocional da pessoa (a mesma base que influi no processo decisório dor/prazer). Com a repetição continuada, é bem provável que esse segundo conceito passe a prevalecer sobre a antiga crença. Podemos dizer que isso acontece em 99,99% dos casos.
Como consolidar as novas crenças
Quando a professora diz que 8 x 7 = 56, o aluno não duvida; afinal, ela tem crédito (lembram quando eu falei sobre o “crédito da fonte”?). Entretanto, apesar de esta ser uma informação coerente e que, portanto, tende a se tornar uma crença na mente do aluno, ela não se instala na memória imediatamente. Será preciso que tal informação seja repetida e praticada para que, no futuro, seja recuperada na memória automaticamente. No caso das crenças intimidantes, a regra é a mesma.
Você, com toda certeza, admitiu que muitas informações contidas nesta homepage são coerentes, afinal, são informações embasadas cientificamente. Este é o primeiro passo, porém não é tudo. Será preciso que você faça exatamente como fez para aprender tabuada. Você precisará “repetir” alguns dos conceitos que admitiu como coerentes para que, em determinados momentos da sua vida, eles se expressam em forma de reflexos. Pois é exatamente isso que nós vamos fazer agora.
A seguir, você vai encontrar um conjunto de formulações (frases auto-sugestivas) que deverá repetir, sistematicamente, até que elas se instalem definitivamente na sua mente inconsciente. É uma espécie de exercício que você deverá praticar, a princípio, até quatro vezes por dia, durante 21 dias. Após estes 21 dias recomenda-se parar 7 dias e repetir durante mais 21. Quase sempre este tempo é suficiente para produzir resultados satisfatórios. Mas você poderá repetir o exercício outras vezes, se quiser. Por exemplo, pode repeti-lo uma vez por semana até que se sinta absolutamente seguro.
Cada sessão deve tomar 4 ou 5 minutos, no máximo. Você pode praticar, por exemplo:
1ª sessão – pela manhã, antes do dejejum, ainda na cama
2ª sessão – antes do almoço
3ª sessão – ao entardecer
4ª sessão – na cama, antes de dormir

Segundo Georgi Lozanov – criador das técnicas de aprendizagem acelerada – o estado ideal para memorizar é quando o cérebro opera na faixa de 8 a 12 ciclos/segundo, ou seja, estado “alfa”. Qualquer pessoa pode atingir este estado através de técnicas simples de relaxamento. Portanto, faça de acordo com o roteiro abaixo:
1 – Procure uma posição cômoda; afrouxe os cintos, tire o relógio, óculos etc. Você não precisa estar deitado, porém, o ambiente deve estar calmo, sem tique-taques de despertadores, falatórios ou quaisquer ruídos impertinentes;
2 – Fique absolutamente imóvel – braços, pernas e musculatura do rosto absolutamente frouxos -, feche os olhos e respire lenta e profundamente cinco ou seis vezes, inspirando pelo nariz e expirando pela boca. Depois volte a respirar normalmente;
3 – Ainda de olhos fechados e o mais imóvel possível, por uns dois minutos concentre toda sua atenção na respiração. Tente perceber o ar entrando e saindo pelas narinas. Esta providência é conveniente para evitar o assédio de pensamentos impertinentes enquanto você atinge um bom nível de relaxamento;
4 – A esta altura você deve estar se sentido leve, calmo, respirando tranqüilamente. Se não estiver ainda entrado em alfa, estará muito próximo disso;
5 – Se não tiver memorizado as formulações (há um exemplo logo abaixo) leia cada uma delas num tom de voz normal, nem muito baixo, nem alto. Mas leia como se estivesse dando uma ordem para você mesmo. Uma ordem clara e objetiva.
>>>Nota: uma boa providência é deixar as formulações, por escrito, bem à sua frente, de modo que você não precise fazer qualquer movimento além de abrir os olhos para ler.
6 – Se já tiver memorizado, repita no mesmo tom de voz, uma a uma;
7 – Feito isso, respire de novo, profundamente, cinco ou seis vezes e o exercício estará terminado.

fonte:www.camarabrasileira.com

Como egípcios construíram as pirâmides? Os físicos têm uma resposta simples.

A pergunta “como egípcios construíram as pirâmides?” parece ser uma das mais clássicas de todos os tempos. A magnitude das construções – em contraste com a aparente e suposta falta de tecnologia da época – faz com que esse de fato seja um dos grandes mistérios da humanidade. Mas os físicos parecem ter uma resposta, e ela pode ser mais simples do que você imagina.

Como egípcios construíram as pirâmides?

A Grande Pirâmide de Gizé é a última das “sete maravilhas” do mundo. A estrutura de 4.500 anos de idade foi construída a partir de 2,4 milhões de blocos de pedra calcária, a maioria pesando cerca de 2,5 toneladas. Pausa para processar essa informação: T-O-N-E-L-A-D-A-S. E ninguém tinha nem ideia do que era um guindaste.
Então é natural que ainda hoje estejamos debatendo como os egípcios conseguiram mover esses blocos e fazer essas construções tão absurdamente monumentais. Mas a espera por uma resposta acabou. Agora, os cientistas têm uma nova hipótese: eles rolaram as pedras.
Eu disse que era simples. Você deve estar se perguntando: beleza, mas exatamente como eles rolaram as pedras?
Eles fizeram uma espécie de cinta com hastes de madeira para envolver os blocos de pedras, transformando cada quadrado em um dodecágono, fazendo com que eles se deslocassem mais facilmente se deslizando sobre as hastes.
Um grupo de curiosos testou a ideia em um modelo em escala, que consiste em um bloco de concreto de 20 cm², 40 cm de comprimento e 30 kg de peso. Eles anexaram um conjunto de três hastes de madeira para cada face do bloco, transformando a sua seção transversal de quadrado em dodecágono.
Finalmente, então, eles ligaram um cabo para o topo do bloco e mediram a força necessária para definir o bloco de rolamento. As medições indicam que o bloco experimenta um coeficiente de atrito dinâmico igual a 0,3, para um movimento de rotação constante. Isto exigiria que os egípcios aplicassem uma força de apenas 0,15 vezes o peso da pedra para puxá-la com uma corda enrolada em torno do bloco.
Depois eles calcularam que uma equipe de cerca de 50 homens seria necessária para mover um bloco com uma massa de 2,5 toneladas a uma velocidade de 0,5 metros por segundo. No caso de blocos de pirâmide em escala, as hastes de madeira teriam de ser toras de aproximadamente 30 cm de diâmetro, semelhante em tamanho às toras usadas ​​como mastros de navios que navegavam pelo Nilo. Seria algo assim:

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Na verdade, para ser mais precisa, esta nova ideia é uma variação de uma ideia mais antiga, que tem a teoria de que os egípcios ligavam os blocos de pedras em círculos, transformando-os em cilindros que poderiam ser facilmente rolados até chegarem ao seu destino. Mas essa ideia tem algumas falhas: os cilindros teriam exercido uma enorme pressão no solo, causando danos consideráveis ​​às estradas. Estimativas modernas da taxa na qual a pirâmide foi construída sugerem que os trabalhadores moveram cerca de 40 blocos por dia. Se assim realmente foi, as estradas teriam exigido uma manutenção considerável.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

NATAL DE VERDADE!!

   FELIZ NATAL  A TODOS OS LEITORES DESSE BLOG E AOS SEUS FAMILIARES E BOAS FESTAS A TODOS.