segunda-feira, 12 de maio de 2014

A Origem do Dia das Mães

A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.
O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de “Mothering Day”, fato que deu origem ao “mothering cake”, um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.
Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de “O Hino de Batalha da República”.
Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.
Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.
Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data.
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“Não criei o dia das mães para ter lucro”
O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse uma dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. “Não criei o dia as mães para ter lucro”, disse furiosa a um repórter, em 1923. Nesta mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.
Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa a diante. Dizia que as pessoas não agradecem frequentemente o amor que recebem de suas mães. “O amor de uma mãe é diariamente novo”, afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todos, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe.
Cravos: símbolo da maternidade
Durante a primeira missa das mães, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Em um telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados.
No Brasil
O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.
Fonte: www.portaldafamilia.org.br

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Como aliviar o estresse do trabalho?

As situações de pressão no trabalho acontecem com frequência e há até quem se acostume com elas. Mas, por que certas pessoas sofrem mais com o estresse? Isso se deve a diversos fatores, entre eles a responsabilidade de manter muitas pessoas da família ou a ameaça permanente de serem demitidas.

OUTROS FATORES IMPORTANTES SÃO:  

 
Baixa autoestima, por não acreditar que possa conseguir um emprego melhor.




 
Não gostar do que faz ou estar fora do perfil adequado para o tipo de trabalho que realiza.





 
Desconhecimento sobre a verdadeira vocação.





 
Acomodar-se a certas situações, em vez de lutar para modificá-las.




 
Extrema sensibilidade à agressividade do ambiente de trabalho.




Existem ainda o perfeccionismo e a frustração, como fatores de influência para o estresse. A frustração é um fator, porque a pessoa gasta muita energia para tolerar algo de que não gosta. Uma pessoa infeliz no trabalho não coloca as suas habilidades, nem a sua criatividade a serviço das tarefas que executa. Entre as principais consequências do problema (que pode levar a doenças graves como a hipertensão e a depressão), estão a perda da criatividade, da espontaneidade e da alegria de viver, assim como a irritabilidade e a insônia.


Pensar em trabalho fora da empresa nem sempre é sintoma de estresse. Até pelo contrário, pode ser um sinal de que a pessoa gosta do que faz. Não é um problema em si. No entanto, ser um profissional não é o único papel que uma pessoa desempenha no seu cotidiano. No grande teatro que é a vida, existem outros papéis que é preciso desempenhar, como ser mãe, filho, pai, amigo, marido, esposa, avó etc. Para uma vida equilibrada e mais feliz, é necessário saber interpretar bem  todos os papéis e dar atenção a todas as pessoas que fazem parte da nossa vida. Para amenizar a pressão diária, é importante que a pessoa reconheça a importância do descanso para revigorar as energias, assim como cultivar hábitos de distração como passatempos, leituras, hobbies, esportes, cinema, teatro etc.


Na busca pelo alívio do estresse no ambiente de trabalho, é necessário planejamento, saber dizer “não” às pressões excessivas, colocar limites, parar para almoçar calmamente e, nesse intervalo, falar sobre outros assuntos que não sejam só trabalho. Além disso, é necessário ter comunicação aberta com os colegas e chefes, fazer trabalhos adequados ao perfil pessoal, negociar melhores condições em todos os âmbitos, seja salário, tipo de função, como gosta de se comunicar, de receber ordens etc. Lembre-se: é impossível gostar de alguma coisa ou de alguma pessoa se, antes, você não gostar de si mesmo. Trate-se bem, você merece.


quinta-feira, 8 de maio de 2014

A origem do alfabeto.

A palavra alfabeto deriva-se do grego alpha (primeira letra do alfabeto grego) e beta (segunda letra do mesmo alfabeto).
Para ficar fácil a compreensão, é resumidamente um conjunto de sinais gráficos que juntos podem formar uma imensidão de palavras.
Os sinais, em geral, recebem o nome de letra. O som que elas representam recebe o nome de fomena.
Além dos alfabetos, existem outros meios de escrita por meio de sinais, um deles é o silabário. Se no alfabeto cada sinal representa o que conhecemos como letra, no sistema silabário, cada sinal representa uma sílaba.
Também existe o sistema pictográfico, neste os objetos são representados por desenhos, estes desenhos são os sinais desse sistema e recebem o nome de pictograma.
Quando os objetos não podem ser representados por desenhos, os pictogramas são combinados e recebem o nome de ideogramas. Assim sendo, ideogramas são pictogramas combinados para representar o que não pode ser desenhado.
É claro que não trataremos de cada alfabeto apresentado de forma exaustiva, minha aspiração não fazer deste livro uma enciclopédia, mas com certeza perceberemos a evolução da escrita ao entendermos a dos alfabetos. Agora, depois desta pausa, é necessário que o leitor preste bastante atenção em cada explicação a seguir, já que vem bastante resumida e a compreensão de uma depende da outra.

Semítico setentrional

Se você é um leitor muito detalhista, já deve ter reparado que este alfabeto não possui vogais. O semítico setentrional é o alfabeto mais antigo que se tornou conhecimento. Formado por 22 consoantes, gerou os alfabetos hebraico, árabe e fenício.
O alfabeto árabe possui 28 consoantes e suas vogais são representados por pontinhos acima delas.
A palavra semítico vem do nome Sem, o filho mais velho de Noé.
Qual foi a biografia mais admirável que você presenciou, acredite, a que a bíblia relata sobre Sem é bem mais.
Noé possuía três filhos, Sem, Cam e Jafé. Certo dia Noé inventa o vinho com um experimento e, sem saber do efeito embriagatório do líquido, ele exagera na dose até ficar alucinado o suficiente a ponto de tirar a roupa e ficar, é claro, nu.
Enquanto estava nesta situação, chegou seu filho, Cam, que achou, digamos, engraçadinho o acontecimento e chamou seus irmão para sarrar o patriarca junto dele. Seus irmão mais idôneos, vão de costa até Noé com uma manta com a qual o vestem.
Quando Noé recobrou os sentidos, ficou zangado com Cam e abençoou Sem e Jafé pelo “ato heróico”.
A partir daí, Sem começa a ser muito abençoado, vive por seiscentos anos e depois dos seus noventa e oito anos consegue sete filhos. Seus descendentes habitaram a alta Ásia e a média, estendendo-se do mar Mediterrâneo até a Índia. O seu terceiro filho, o Arfaxade, gerou Sala que gerou Heber. Deste Heber, um afamado guerreiro, veio o hebraico, língua que na escrita eram usadas apenas consoantes mais para frente com pingos em cima que indicavam as vogais a serem usadas.
Quando ocorre na bíblia a ocupação da terra de Canaã (a oeste do rio Jordão, na palestina) pelos israelitas, a língua que eles falavam era já o Hebraico.
Por serem muito próximas, perceba que as duas línguas (semítica e Hebraica) apresentam um alfabeto muito parecido.
Quando a língua hebraica caiu em desuso, os conservadores populares criaram o aramaico que originou a língua árabe, uma das três línguas atuais do tronco semítico apresentados acima.
Nos tempos de Cristo, a língua considerada vulgar de raiz semítica e cognata ao aramaico e árabe era a fenícia. Embora assim seja considerada, os escritores gregos e romanos concordam que o alfabeto foi ensinado aos gregos pelos fenícios. Existe uma crença que diz que foram eles que inventaram o alfabeto, mas isso esta longe de ser comprovado.

Alfabetos grego e romano

Como já foi relatado anteriormente, os gregos adotaram a variante fenícia do alfabeto semítico, isso aconteceu entre os anos 1000 e 900 AC. Depois do ano 500 AC, o grego se difundiu por todo mundo Mediterrâneo e dele derivaram outras escritas como, por exemplo, o romano e o etrusco.
Agora perceba a proximidade do alfabeto grego ao que usamos no português, com certeza este conjunto de informações já estão te deixando exausto, então vai aí um conselho, descanse um pouco e depois reflita sobre o que você já aprendeu pois o grande desfecho do assunto esta chegando no próximo subtítulo, a seguir você continuará viajando pelo tempo até chegar ao ponto idiomático que estamos.

Alfabeto cirílico

Por volta do ano 860 dc, os religiosos gregos, que viviam em Constantinopla, evangelizaram os eslavos e idealizaram um sistema de escrita conhecido como alfabeto cirílico. Suas variantes são as escritas russa, ucraniana, sérvia e búlgara.

Alfabeto árabe

Também tem sua origem no semítico e, possivelmente, surgiu no século IV de nossa era. Foi utilizado nas línguas persa e urdu. É a escrita do mundo islâmico.

Até que veio o português

Algumas curiosidades a respeito de nossa língua são inevitáveis, como por exemplo a de que foi a última a ser formada, isso é se podermos dizer assim, pois particularmente acredito que nenhuma língua estará um dia formada, mas pelo menos sabemos que o português foi a última ser considerada língua oficial de um ou mais países.
Mas como será que ela passou a existir, continuamos então nossa viagem. Retomando o assunto, falávamos a respeito da propagação do grego e do surgimento do romano e etrusco.
Por volta do séc VI ac, chega à península itálica uma língua trazida dos povos provenientes do norte, oriunda das famílias das línguas indo-europeias, também possuía forte relação com o sânscrito, o grego e com as subfamílias céltica e germânica, era o início do latim.
A língua passou a ser falada em Roma, rapidamente se tornou língua oficial da igreja católica e dos nobres passando a existir assim o latim clássico que era a forma culta da língua.
Quando o império romano começou a conquistar novas terras, os soldados que eram enviados para proteger e explorar estes domínios não falavam o latim clássico, mas sim o desprezado latim popular. Os soldados queriam impor sua língua e a mistura do latim popular com as línguas nativas formavam novas línguas de origem latinas, mas com características das já existentes em cada lugar.
Ao chegar à península ibérica, o domínio romano foi se propagando até chegar ao Condado Portucalense, que hoje corresponde à região de Portugal. A língua falada nesta região era o galego que no processo de mixagem com o latim popular resultou no português de Portugal.
O latim deriva de línguas antigas faladas no Lácio em Roma, e o português foi a ultima língua neolatina a se formar, por isso ela é conhecida com a “ultima flor do Lácio”, uma citação deste termo, provavelmente a mais famosa, esta no poema de Olavo Bilac “a ultima flor do Lácio”.
Por demorar tanto para se formar, o português possui a maior proximidade com o latim dentre as línguas neolatinas.
No ano de 1500, tropas portuguesas ingressaram para a América, colonizaram o Brasil e impuseram como língua oficial, porém, aqui já existia um povo com língua própria, eram os índios cujas línguas principais eram o tupi e o guarani. A mistura do tupi-guarani com o português resultou no português brasileiro que ao passar do tempo sofreu outras modificações decorrentes a outras influencias linguísticas.

terça-feira, 6 de maio de 2014

Você sabe qual o nome do passarinho do Twitter?

Você, provavelmente, utiliza o Twitter no seu dia a dia. Mas já parou para pensar qual é o nome do passarinho azul? O famoso mascote do microblogging se chama Larry, um nome bastante comum.
Quem conseguiu descobrir esse mistério foi o All Twitter, resgatando um tuíte da própria conta oficial do microblog, revelando o nome do passarinho.

De acordo com o site, a possível influência para o nome do pássaro é Larry Bird, um dos maiores jogadores de basquete do Boston Celtics. O co-fundador do Twitter, Biz Stone, fã do esporte, nasceu e foi criado na cidade.

Os criminosos mais famosos da história.

A figura do anti-herói, não raro, encanta as pessoas e as fazem admirar quem, na verdade, deveria pagar pelos atos desonestos e malfeitorias. Acontece que fenômenos como esses são comuns e se repetiram ao longo da história, especialmente com ladrões e assassinos que se destacaram, durante muito tempo, na imprensa. Pessoas que saíam armadas nos jornais eram "febre" e faziam com que edições inteiras dos periódicos se esgotassem em poucas horas.
Isso, de uma forma diferente, ainda acontece nos dias de hoje. Vira e mexe lá estamos nós, torcendo para que alguém, que teoricamente está do lado do "mal", vença alguma disputa ou escape da cadeia (vide o caso de alguns políticos, que até conseguiram doações para o pagamento de suas fianças, recentemente).
O caso é controverso, mas como muitos foram os exemplos que ocorreram ao longo dos anos, vale a pena documentar. É por isso que o Fatos Desconhecidos trouxe essa lista hoje. Confira:

1. Dick Turpin (1705-1739)

Antes de se tornar um fora da lei, ele tentou ser um homem de bem, na Inglaterra. Dick Turpin, inicialmente, seguiu os passos do pai e trabalhou como açougueiro por alguns anos. Mas, no início da década de 1730, Dick se juntou a uma gangue que roubava cervos. Depois "evoluiu" para assaltante, assassino e, principalmente, ladrão de cavalos.
O último crime, aliás, era sua especialidade, mas acabou custando seu pescoço, em 1739. Sua execução o tornou uma lenda do crime e foi  tema de baladas e de peças populares durante os séculos 18 e 19.

2 e 3. Jesse James (1847-1882) e Frank James (1843-1915)

Nascido no Missouri, em uma família dona de escravos durante a Guerra de Secessão, Jesse e seu irmão Frank se juntaram à Gangue Quantrill, grupo de guerrilheiros, que apoiou o exército confederado separatista e escravagista. Com o fim da Guerra Civil, em 1865, Jesse se dedicou completamente ao crime. Um ano depois já tinha encabeçado o primeiro dos muitos roubos que apareceriam nas páginas dos jornais e o tornariam famoso, especialmente os que envolviam trens, bancos, carruagens. Mas, em 1882, suas aventuras tiveram fim, quando James foi assassinado por Robert Ford,  membro de sua própria gangue, que queria receber a recompensa que o governo oferecia pela captura do ladrão. Após a morte do irmão, Frank James se rendeu e, depois de passar um ano preso, sem qualquer condenação oficial, viveu outros 30 anos em liberdade, sem se envolver com o crime novamente.

4. Billy the Kid (1859-1881)

Seu nome de nascimento era William Henry McCarty e só foi descoberto em um obituário, publicado na semana de sua morte, aos 21 anos. O fato é que a fama desse assassino se estendeu muito além das fronteiras do Velho Oeste e as pessoas conheciam (e temiam) seu maior feito: um assassinato para cada ano de vida.
Mas, a verdade é que tudo isso era invenção das pessoas. Billy teria matado menos de dez vítimas ao longo de sua curta vida. Sua fama, no entanto, teve início quando o pistoleiro começou a roubar, ainda na adolescência. Foi nessa época que o crime se tornou seu meio de vida, especialmente quanto ao roubo de cavalos e de gado.
Billy chegou a ser condenado à forca pela morte de um xerife, mas conseguiu fugir da prisão. Entretanto, sua esperteza não o levou muito longe: em 1881 foi morto por um tiro do xerife Pat Garrett.

5 e 6. Butch Cassidy (1866-1908) e Sundance Kid (1867-1908)

Butch Cassidy, fora do crime, era Robert LeRoy Parker e trabalhou em ranchos e açougues. Chegou a ser preso em 1894, por acusações de roubo de cavalos. Mas foi só depois de cumprir dois anos na prisão que Cassidy que passou a se dedicar à vida criminosa, que lhe garantiu notoriedade. Ele, inclusive, foi um planejador exímio de assaltos a bancos e trens, com a gangue Wild Bunch, onde conheceu seu parceiro Sundance Kid.
Sundance, que também havia nascido com outro nome (Harry Alonzo Longabaugh), cruzou com Butch depois que o ex-açougueiro saiu da prisão. A gangue que formaram era conhecida por usar pouca violência e pela eficiência de seus assaltos. Em 1901, com a polícia americana toda à sua procura, a dupla fugiu para a Argentina e, depois, para a Bolívia. Dizem que os bandidos foram executados em um tiroteio, em 1908, mas os detalhes da morte dos criminosos nunca vieram à tona.

7. John Dillinger (1903-1934)

Também conhecido como "Inimigo Público número 1", sua história chegou a virar filme, protagonizado por Johnny Depp. O gângster americano ganhou esse título porque levava a sério seu "trabalho". Durante a Depressão, por exemplo, ele conduziu uma onda de assaltos em delegacias e bancos dos Estados Unidos. Feitos como esses deram destaque para Dillinger nos jornais, o que não agradou o governo americano.
Foi a partir daí que o FBI, liderado por J. Edgar Hoover, promoveu uma caçada criminoso. John, então, acabou sendo morto a tiros, em 1934.

8 e 9. Bonnie (1910-1934) e Clyde (1909-1934)

O casal de bandidos Bonnie e Clyde entrou para a lista de inimigos públicos do Estado Americano também durante a Depressão de 1929. A dupla conseguiu realizar, com sucesso, aproximadamente doze roubos a bancos, entre outros assaltos a postos de gasolina e pequenas lojas. Os dois também foram responsáveis pelo assassinato (desnecessário) de inúmeras pessoas que cruzaram seus caminhos. Em maio de 1934, depois de quatro anos juntos, o casal caiu em uma emboscada e foi alvejado por policiais. Eles também ganharam inúmeras versões no cinema e na TV (a imagem de destaque mostra uma das releituras mais recentes do casal).

sábado, 3 de maio de 2014

Curiosidades sobre Ayrton Senna.

Saiba algumas curiosidades sobre o tricampeão de Fórmula 1 e um dos maiores nomes do esporte brasileiro. O apelido de Ayrton Senna na infância era Béco.
Ayrton começou a usar as cores do Brasil no seu capacete em 1978, quando foi disputar o Campeonato Mundial de Kart, na Europa. As regras da competição exigiam que os capacetes tivessem as cores do país de origem do participante.

Em 1983, Senna correu uma prova inteira de Fórmula 3 na Inglaterra com o carro sem freios. Os mecânicos, a princípio, não acreditaram, mas ao verificar as pastilhas viram que elas estavam geladas.
Na sua estreia na Fórmula 1, no ano de 1984, pilotando a Toleman, Senna ficou em segundo lugar no GP de Mônaco, atrás do francês Alain Prost, da McLaren. Chegou a ultrapassar Prost, mas o diretor da prova Jacky Ickx  alegou que a havia interrompido antes por causa das fortes chuvas.
Um susto em 5 de novembro de 1984, Senna, recém-contratado pela Lotus, acordou com o lado direito do rosto totalmente paralisado. Estava na Inglaterra. A primeira sensação foi a de um derrame. Mas tudo não passou de uma paralisia facial. Senna fez massagens e usou uma medicação à base de cortisona. Teve uma recaída ao dormir num hotel carioca com o ar condicionado ligado. O piloto só se recuperou totalmente em fevereiro de 1985.
Senna estava na pole-position e precisava do primeiro lugar no GP do Japão para conquistar o título de 1988. Mas, logo na largada, ele confundiu as marchas e caiu para 16º lugar. Começou, então, a maior atuação do piloto na F1. Debaixo de chuva e num ritmo alucinante, Senna foi ultrapassando seus adversários. Até deixar o principal concorrente, Alain Prost, para trás. Era a vitória, o título e a consagração de um novo mito.

Senna quase correu na Fórmula Indy. No final de 1992, sem renovar com a McLaren e sem acertar com a Williams, o piloto viajou em Emerson Fittipaldi até Phoenix, no Arizona. Andou num circuito misto, com um Penske. Depois, no entanto, assinou com a McLaren e continuou na Fórmula 1.

Ayrton Senna dizia que falava com Deus quando fazia a curva Eau Rouge, no circuito de Spa-Francorchamps, na Bélgica.
Em março de 1995, o capacete que Ayrton Senna usou ao conquistar seu primeiro título de Fórmula 1 (1988) foi a leilão. O lance vencedor foi de 45 mil dólares e o capacete tinha os autógrafos de Senna e Xuxa.
 No momento de choque durante o acidente que tirou a vida de Senna, os comissários de prova do circuito de Ímola descobriram uma bandeira da Áustria no interior do carro destruído do piloto brasileiro. Era uma homenagem a Roland Ratzenberger, que morreu um dia antes, nos treinos para o GP de San Marino.
Com problemas de câmbio e só com a sexta marcha nas últimas sete voltas, Ayrton Senna conseguiu sua primeira vitória em um GP do Brasil em Interlagos em 1991. Após a chegada, o choro do tricampeão era um misto de alegria e muita dor, pelo esforço de guiar o carro com apenas uma marcha. 

Mulher mais feia do mundo é enterrada depois de 153 anos.

Os apelidos variam de “mulher mais feia do mundo” e “macaca humana” para Julia Pastrana que passou a vida como atração “freak shows” do século 19.

Mesmo falecendo em 1860 seu corpo continuou sendo atração e agora em 2013 seu corpo será finalmente enterrado.

Julia Pastrana é mexicana e nasceu em 1834 portadora de diversas síndromes que fizeram com que ela tivesse pelos em várias partes do corpo, orelhas e gengivas protuberantes.

Sua morte e de seu filho foi em 1860, na Rússia, seus corpos foram mumificados e ficaram expostos na Universidade de Oslo, Noruega.

Depois de anos o governo do México finalmente conseguiu trazer os corpo a Terra natal de Pastrana e ainda foi realizada uma missa e os corpos enterrados  no cemitério da cidade ao som de uma banda tradicional.

Pastrana ficou conhecida, pois passou toda a sua vida sendo exposta em Circos dos Horrores, que no exterior são chamados de “freak shows”, ela sofria de hipertricose (pelos em demasia pelo corpo todo) e hiperplasia gengival.

Aos 20 anos e famosa por ser conhecida como ”mulher mais feia do mundo” e “macaca humana” foi levada para os Estados Unidos para ser estudada por especialistas norte-americanos e noruegueses, o que não bastava, pois na Europa e nos países americanos ela continuou sendo atração cantando, dançando e era exibida como uma anomalia da natureza.
Julia era uma pessoa sensível e muito feminina, sua inteligência estava acima da média e ela era fluente em três idiomas e o sonho de sua vida, como o de tantas mulheres, era o de ser mãe, sendo assim ela casou-se Theodore Lent, que além de marido era também seu “empresário” e foi durante uma turnê pela Rússia, ela ficou grávida.
Os médicos alertaram: seu quadril era muito estreito para aguentar uma gravidez e, assim sendo, ter um filho significaria correr risco de morte. Animada com a gravidez, Julia não quis saber e preferiu arriscar. Em 1860, ela conseguiu realizar seu sonho e seu filho nasceu em Moscou, Rússia.
As coisas não sairam como o planejado e seu filho nasceu coberto de pelos e com os mesmos traços faciais que ela. Um parto complicado, e o bebê não aguentou morrendo horas após o parto e Julia faleceu cinco dias após o parto.

Seu marido, Lent, que não era exatamente um bom marido e mandou mumificar ambos os corpos (tanto o de Julia quanto o de seu filho) e continuou exibindo-os em feiras e museus. Em uma dessas exposições, os corpos foram roubados e quando foram encontrados pela polícia, a múmia do filho ficou muito danificada e a de Julia teve de ser restaurada.

Foi através de movimentos pela repatriação de múmias e objetos de países colonizados que, em 2013, a múmia de Julia Pastrana finalmente encontrou descanso em solo mexicano. Depois de ter sido abusada e explorada em vida e na morte também.

Fonte: R7